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O presidente prometeu a criação de um fórum com a participação da sociedade para discutir propostas para a Previdência. Desde a reeleição do presidente Lula, o governo deixou claro que não pretende fazer nenhuma reforma estrutural na Previdência Social.

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Mais de 77,7 mil passageiros passaram pelo Porto do Recife em 82 escalas de navios na última temporada, entre julho de 2005 e junho deste ano. A movimentação dos navios de passageiros é importante, porque traz muitos turistas que passam, em média, um dia no Recife e gastam cerca de US$ 100.

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Pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou duas importantes correntes migratórias na economia nacional: a perda relativa de São Paulo na geração de riqueza e a saída de parcela significativa da produção das capitais em direção ao interior. O município de São Paulo continua liderando o ranking das maiores economias, mas perdeu mais de 20% de participação no Produto Interno Bruto (PIB) do País em seis anos. Em 1999, o PIB da principal metrópole brasileira representava 11,6% do total; em 2004, 9,1%. O recuo, de 2,5 pontos, foi o mais intenso entre os 5.560 municípios.O levantamento 'Produto Interno Bruto dos Municípios 2004', elaborado pelo Departamento de Contas Nacionais do IBGE, mostrou que, apesar desse movimento, o País mantém uma enorme concentração de riqueza. 'Os dez maiores municípios respondem por um quarto do PIB nacional e geram 20 vezes mais renda do que os 50 municípios menores', disse Sheila Zani, coordenadora do PIB municipal. Quase metade das cidades brasileiras (2.427) soma apenas 5% de participação.No extremo oposto, duas cidades do Rio de Janeiro, Campos e Macaé, impulsionadas pelo boom do petróleo, tiveram o maior avanço de participação relativa: 0,8 ponto porcentual. A região abriga o principal pólo produtor de petróleo no País.Das dez economias municipais mais expressivas, apenas três estão fora do Sudeste: Brasília, pela concentração financeira e governo federal; Manaus, pela Zona Franca; e Curitiba, pelas exportações, indústria de equipamentos agrícolas e de eletrodomésticos. Nessas cidades residem apenas 15,1% da população do País.No período de seis anos, todas as capitais das Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste perderam participação para municípios nas regiões metropolitanas e no interior. De 1999 a 2004, a participação da economia de cidades fora do entorno dos centros urbanos cresceu 3,4%, segundo o IBGE, e terminou o período representando quase metade (49,4%) do PIB nacional.A fatia da cidade de São Paulo no PIB estadual caiu de 33,1% para 29,4%, enquanto os municípios fora da região metropolitana elevaram a participação de 35,5% para 36,8%.Mas é na avaliação do PIB per capita - uma conta aritmética simples na qual se divide a riqueza gerada por uma cidade pelo seu número de habitantes - que se nota que a desconcentração da economia ainda não é traduzida em melhor distribuição de riqueza. 'No PIB per capita vemos claramente dois países dentro do mesmo Brasil', diz Sheila Zani.A técnica se refere ao fato de o menor PIB per capita dos municípios da Região Sul, de R$ 3.220 por ano, ser maior do que o PIB per capita de 75% dos municípios nordestinos. O menor é o de Apicum-Açu (MA), com R$ 763 por ano - pouco mais de R$ 2 por dia por habitante.

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Os estaleiros Mauá Jurong e Eisa ganharam uma concorrência para construir 10 petroleiros para a estatal venezuelana de petróleo PDVSA. As encomendas têm valor estimado em US$ 500 milhões e devem gerar 4 mil empregos em Niterói, região metropolitana do Rio.Os acordos, anunciados ontem em Caracas, encerram uma novela que se desenrola desde março, quando circulou boato de que estaleiros brasileiros fariam 36 dos 42 navios do plano de renovação da frota da PDVSA. Em maio, a PDVSA anunciou que daria 18 encomendas aos chineses. Na semana passada, Chávez teria acertado com o governo brasileiro as encomendas aos estaleiros locais.Em parceria com a venezuelana Diques y Astilleros Nacionales (Dianca), Eisa e Mauá construirão oito navios do tipo Panamax, com 70 mil toneladas cada, e duas embarcações de 47 mil toneladas cada. A parceria prevê transferência de tecnologia nacional para a Dianca e fornecedores de peças venezuelanos. As duas empresas brasileiras terão ainda de investir em instalações na Venezuela, permitindo que a indústria local se habilite a construir navios.'Estamos quebrando um monopólio histórico da PDVSA, que só costumava dar encomendas aos espanhóis', comemorou o secretário de energia, indústria naval e petróleo do Estado do Rio, Wagner Victer.

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Vendas externasda companhia vão alcançar este ano aproximadamente US$ 1 bilhão. As exportações da Paranapanema, holding de mineração e metalurgia que controla as empresas Caraíba Metais, Mineração Taboca, Eluma e Cibrafértil, devem alcançar US$ 1 bilhão neste ano, um aumento de cerca de 60% ante o apurado em 2005. As vendas externas vão representar quase 50% do total de cerca de US$ 2 bilhões de faturamento que o grupo deve registrar. "Não fosse o cambio atual, teríamos exportado mais", disse o presidente da Paranapanema, Geraldo Haenel. Em 2005, as exportações também responderam por cerca de 50% do faturamento, de US$ 1,4 bilhões.

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