Terça, 24 Fevereiro 2026
Foragido por 20 dias, Moisés de Lima Sobrinho, de 25 anos, o terceiro acusado de furtar o Masp, em São Paulo, apresentou-se ontem com seu advogado no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Nas três horas de interrogatório, ele revelou aos policiais que as telas furtadas em 20 de dezembro - O Retrato de Suzanne Bloch, de Picasso, e O Lavrador de Café, de Portinari - tinham como destino um colecionador da Arábia Saudita. Contou ainda que havia feito um lista com cinco quadros para que o comprador escolhesse as obras que seriam furtadas.Na seleção de Moisés estavam dois Renoir (As Meninas Cahen d’’Anvers e Menina com as Espigas), um Van Gogh (Passeio ao Crepúsculo) e as telas furtadas. O acusado fez o seu “portfólio” depois de visitar cinco vezes o Masp. No interrogatório, Moisés contou que repassou as informações para Robson de Jesus Jordão, de 32 anos, o Robinho, já preso. “Robinho tem ligações com o PCC”, afirmou o delegado Marcelo Teixeira, do Deic. O papel de Moisés no grupo seria o de “consultor técnico”. Ele foi responsável por mapear o Masp e suas obras, além de recomendar o uso do macaco hidráulico para abrir a porta de ferro que fechava a escadaria do museu. O terceiro suspeito do furto das telas chegou às 10h30 ao Deic. Desde anteontem, a polícia negociava com o advogado Humberto Macchione de Paula, que defende Moisés, a sua apresentação. O acusado negou ter participado diretamente do furto - ele afirmou que ficou em casa, num local não revelado da zona leste, descansando. “Particularmente eu acredito que ele foi (participar do furto), até porque conhecia as obras. Os outros dois ladrões não conheciam nada de arte e podiam não trazê-las”, afirmou o diretor do Deic, Youssef Chahin.Moisés afirmou que iria ficar com 20% do valor da venda das telas. Os receptadores ofereceram R$ 1 milhão pelas obras, mas, quando Robinho viu que elas valiam R$ 100 milhões, exigiu R$ 5 milhões por elas.Filho de uma advogada que mora em Brasília e de um fazendeiro de Goiás, Moisés mudou-se para São Paulo a fim de se tornar chef de um grande restaurante, disse o advogado - o “ladrão gourmet” chegou a aparecer num programa de TV em Goiás ensinando uma receita. Moisés contou que sempre se interessou por obras de arte. “O que o levou a entrar no mundo do crime foi o desafio representado pelo furto”, disse o delegado Adílson Marcondes, do Deic.Os ladrões que invadiram o Masp levaram 1 hora para arrombar a porta de ferro, mas apenas 3 minutos, após a entrada no museu, para sair com as telas debaixo do braço.No dia 29 dezembro, a polícia deteve Francisco Laerton Lopes de Lima, de 33 anos. Em 8 de janeiro, a polícia prendeu Robinho e localizou os quadros na casa de Alexssandro Bezerra da Silva, de 31, em Ferraz de Vasconcelos - ele está foragido. Por enquanto, Moisés ficará cinco dias detido. A polícia vai pedir à Justiça a prorrogação do prazo de prisão.

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Os moradores da comunidade do Maruim estão se sentido prejudicados com o andamento do projeto de relocação da favela. Isso porque, segundo eles, a prefeitura não está dando opção de escolha quanto à forma de compensação das perdas da casa.

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Sem dar sustos na torcida, o Flamengo não teve problemas para vencer o Cardoso Moreira por 4 a 1, nesta quinta-feira, no Maracanã. O resultado deixa o Fla na liderança do Grupo A do Carioca com seis pontos. O Cardoso, que perdeu duas, continua sem pontuar. Os gols do Rubro-negro foram marcados por Ibson, Souza, Juan e Leo Moura. Vagner Carioca, após passe de Rodrigo, filho de Júnior, descontou.

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O cronograma com a previsão das usinas que deverão entrar em operação neste ano apresentado ontem no balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não bate integralmente com as projeções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Numa comparação da tabela do PAC com os relatórios de fiscalização disponíveis no site da agência - atualizados no dia 15 deste mês -, constata-se que, das 13 usinas termelétricas que, segundo o PAC, começarão a gerar energia este ano, sete, conforme os dados da Aneel, só começarão a gerar em 2009, ou até mesmo em 2010.

Somadas, a potência dessas usinas que estão com os dados conflitantes é de 742 megawatts (MW), o equivalente a cerca de 58% dos 1.275 MW de usinas térmicas que, segundo o governo, deverão entrar no sistema neste ano.

O Ministério de Minas e Energia explicou que existem diferenças entre os dados porque baseia suas projeções em outros relatórios, elaborados pelo Departamento de Monitoramento do Setor Elétrico (DMSE), órgão que, segundo o governo, é integrado também pela Aneel.

Um dos casos em que há a diferença na comparação é o da Termomanaus. Pelo calendário do PAC, essa usina, de 142 MW, deveria entrar em operação no segundo semestre deste ano. Nas tabelas da Aneel, porém, a estimativa é de que a usina comece a gerar energia em 2009.

No caso das hidrelétricas, as previsões do governo e da Aneel coincidem. Mas as discrepâncias voltam a aparecer nos dados relativos às Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Pelo PAC, a usina de Porto das Pedras (28 MW), em Mato Grosso do Sul, deve ser acionada ainda neste ano. Já nos relatórios da Aneel, a estimativa é de que ela comece a produzir em 2009.

Fonte: A Tarde Online -  23 JAN 08
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A estudante de direito Cynthia Giglioli da Silva foi condenada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, em segunda instância, a oito anos de prisão. Cynthia vai cumprir pena por lavagem de dinheiro e por formação de quadrilha. Segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), ela movimentava dinheiro da organização criminosa em suas contas. Ela se casou em janeiro do ano passado com Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe da organização criminosa que atua a partir de presídios no estado de São Paulo. As investigações sobre as atividades da estudante começaram a partir da apreensão da contabilidade da organização criminosa em 2005 que revelaram, segundo a polícia, que Cynthia teria recebido dinheiro desse caixa.Além disso, ela também foi condenada por associação a quadrilha ou bando para o fim de cometer crimes, isto é, o Tribunal entendeu que ela integrava a organização criminosa.

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