Terça, 24 Fevereiro 2026
O ano de 2008 não vai deixar saudades, principalmente para quem tinha suas economias investidas na Bovespa. A Bolsa termina 2008 registrando o pior desempenho desde 1994 - último dado fornecido pela BM&FBovespa.

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SÃO PAULO - A Ford Motor Company do Brasil Ltda convocou, em 23 de dezembro, os proprietários dos veículos Fiesta Hatch e Sedan ano 2008 a comparecerem a um distribuidor da marca para agendar a substituição da travessa inferior da suspensão dianteira. No comunicado, a empresa informa ter constatado a possibilidade de ocorrerem danos estruturais nos braços inferiores da suspensão dianteira com risco de perda do controle direcional, podendo causar acidentes. A Ford disponibiliza o 0800.703. 3673 para os consumidores que optem por agendar a substituição do componente ou através de um Distribuidor Ford de sua preferência.

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SÃO PAULO - O setor de automação industrial e de modernização de equipamento, os chamados retrofits, não sentiu tanto os impactos da crise financeira mundial, que afetou diretamente outros setores da indústria. Desde setembro, as empresas que atuam nesse mercado têm registrado um movimento dentro das expectativas. A razão é que o momento em que crise começou coincidiu com a época em que as empresas, pelo menos no Brasil, estão em redução do ritmo de produção.Com isso, o setor de automação mantém a previsão de crescimento. Segundo números da ISA América do Sul, sociedade sem fins lucrativos que dá suporte ao setor de automação industrial, no Brasil, a expectativa de aumento das vendas está entre 10% e 15% em relação a 2007, quando o faturamento das empresas alcançou US$ 1,5 bilhão. Porém, em 2009 é possível que ocorra uma retração com a postergação de novos investimentos, até meados do ano.Para o vice-presidente da entidade, Marcus Coester, se essa crise chegasse três meses antes a economia passaria pelo que classificou de "um verdadeiro desastre", pois nesse período há o pico de atividade no ano, em função do inicio da produção para o segundo semestre para atender a demanda de datas festivas, como o dia das crianças e o Natal."Essa crise pode até mostrar seus efeitos positivos para a automação industrial", afirmou Coester. "A indústria nacional estava com a sua capacidade esgotada há tempos, não havia mais equipamentos no mercado. O que víamos era fila de espera que poderia chegar a dois anos", exemplificou o vice-presidente da entidade.Outro fator apontado por Coester é a falta de profissionais no mercado. Ele aposta que após a crise a disponibilidade de mão de obra e de equipamentos chegue a um equilíbrio mais saudável para a economia. Entre os aspectos, ele cita o preço inflacionado do aço, durante o ano de 2008."Contudo, em função desses fatores, acho que ainda é cedo para avaliar o impacto da conjuntura econômica no ano que vem", disse Coester. "O ponto da crise aconteceu há pouco e o ciclo de investimento em retrofits é longo, por isso é difícil associar. São projetos demorados", ponderou ele.ProdutividadePara a alemã Siemens, há o registro de muitas empresas investindo em processo de modernização, principalmente aquelas que anunciaram paradas de produção, como no setor de mineração.Segundo o diretor geral do Setor Indústria da Siemens, Raul Freitas, o objetivo é o de atualizar o maquinário que está parado, e desse modo, aproveitar a oportunidade para melhorar a competitividade e a produtividade nessas plantas."Essas empresas querem estar bem posicionadas assim que a economia reaquecer e houver a retomada da demanda", explicou Freitas, sem revelar quais são as empresas. A afirmação vem ao encontro do que o presidente da Vale, Roger Agnelli, disse em outra oportunidade, que a mineradora trabalhava acima de sua capacidade para poder atender ao mercado, principalmente, a China.Na SEW, outra gigante do setor, a percepção quanto ao aumento de pedidos de retrofit se confirma. Segundo o supervisor Luiz Carlos Guvasta, a empresa está aproveitando o período de férias coletivas de uma empresa automobilística para implantar novo sistema em uma fábrica localizada na região do Grande ABC, em São Paulo, que aumentará a produção diária de 52 para 60 veículos por hora.Outro exemplo citado por ele é uma empresa no Vale do Paraíba, de outro setor, que também aproveitou o período para implantar novos sistemas.Com tudo isso, diz a assessoria de imprensa, a SEW, mesmo com a crise financeira, mantém o ritmo de trabalho, tanto que no Brasil não haverá férias coletivas e a meta definida para 2008 será alcançada. A empresa criou até um terceiro turno para atender a demanda pelos produtos.Por outro lado, o gerente de desenvolvimento de negócios de automação da Asea Brown Bovery (ABB), Andres Sancho diz que a empresa não sentiu essa alteração nos negócios. Essa também foi a percepção da Weg. Segundo o presidente da empresa, Harry Schmelzer Jr., não foi notado nenhum movimento que indicasse mais consultas para a realização desse trabalho nos clientes da empresa brasileira.PlanejamentoDesenvolver um plano de modernização depende de um planejamento que leva, dependendo da necessidade da empresa, de três a seis meses. Sancho, da ABB, explica que há dois cenários em que o cliente procura esse "produto".Um deles é quando a empresa busca aumento de produção. Nesse cenário já existe a base para o projeto, que pode se tornar mais rápido pois envolve troca de sistema, geralmente com motores mais potentes, tudo para aumentar a velocidade de operação.O segundo caso é quando os equipamentos da planta já estão obsoletos e precisam ser atualizados. Em média, o final desse ciclo de vida útil acontece a cada 10 ou 15 anos, de acordo com o tipo de indústria e do produto que é fabricado.Segundo Sancho, um retrofit não pode ser implantado em um período de férias coletivas. "Essa atividade é quase um projeto novo. Nessa época, as empresas buscam equipamentos extras para não ocorrerem paradas inesperadas", explicou ele.

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A Transpetro, subsidiária da Petrobras, iniciará em janeiro de 2009 as obras de implantação de Terminal Portuário em Barra do Riacho, município de Aracruz, no Norte do Estado. Com a licença de instalação emitida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), o empreendimento custará cerca de R$ 500 milhões e será responsável pela geração de até 1,3 mil empregos.O projeto, que faz parte do Plano de Antecipação da Produção de Gás do Governo Federal (Plangás), inclui dois dutos que atravessarão os municípios de Linhares e Aracruz para escoar GLP (gás de cozinha) e C5+ (insumo utilizado em petroquímicas e/ou na composição da gasolina, também conhecido como gasolina natural), do Pólo de Cacimbas (UTGC), em Linhares, até o Terminal, em Barra do Riacho. O empreendimento contará com três tanques refrigerados, com capacidade para armazenar 20 mil toneladas de GLP, e três esferas pressurizadas, com capacidade de 4,8 mil toneladas. Outros três tanques serão construídos para armazenar a gasolina natural (C5+). Também faz parte do investimento a construção de um píer para a atracação de navios com capacidade para transportar até 60 mil toneladas de GLP ou gasolina natural. O Terminal terá capacidade para produzir mil toneladas/dia de GLP e três mil metros cúbicos/dia de gasolina natural. Com relação ao GLP serão 300 toneladas para o abastecimento do mercado capixaba e 700 toneladas voltadas para o mercado brasileiro e internacional. A previsão é de que as obras sejam concluídas no final de 2009.O secretário de Desenvolvimento, Guilherme Dias, lembrou que esse investimento é um dos cinco projetos indicados no protocolo assinado em 2007 entre o Governo do Estado e a Petrobras. Em outubro deste ano, um contrato foi assinado para a cessão da área de 337,6 mil metros quadrados à Petrobras pela Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa)."Esse projeto é um desdobramento importante dos investimentos em gás natural no Estado. Há ainda o papel de desenvolver outras atividades em Barra do Riacho, hoje focado apenas na área de celulose", ressaltou o secretário.A previsão é de que a médio/longo prazo, além do GLP e do C5+, o terminal realize toda a movimentação de derivados de petróleo no Espírito Santo, que hoje acontece pelo Porto de Tubarão. "É a desconcentração das atividades, uma das metas do Governo do Estado", disse Dias.

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SÃO PAULO - Com medidas como o congelamento do dólar, em alguns casos a R$ 1,99, e o incentivo dos parcelamentos, as empresas que comercializam cruzeiros marítimos no País querem chegar a 100% de ocupação, garantindo, assim, sua receita em meio à turbulência. O setor, otimista, prevê ainda uma ocupação até 25% maior do que no mesmo período do ano passado. As empresas da área inclusive comemoram o fato de terem visto a crise econômica começar quando já tinham mais da metade dos pacotes vendidos. Assim, os 15 navios que circularão até abril de 2009 pelos mares do País contabilizam hoje cerca de 80% de ocupação.A Costa Cruzeiros, por exemplo, adotou o dólar fixo e descontos de até 15%, enquanto a Sun & Sea, que representa as embarcações da Royal Caribbean, seguiu a mesma trilha de promoções e conseguiu lotar algumas opções de viagens. A CVC Cruzeiros prevê estabelecer em janeiro cotações diárias da moeda norte-americana abaixo do valor no mercado, além de dar continuidade ao sistema all inclusive (de bebidas à vontade). Atenta à tendência, a MSC Cruzeiros deu descontos de 20% a reservas antecipadas e oferece, em alguns roteiros, gratuidade para a 3ª pessoa.Para Claudia Del Valle, gerente de Vendas e Marketing da Costa Cruzeiros, com a chegada da crise a empresa tomou medidas e conseguiu alcançar 85% de ocupação na média, o que lhe possibilitou chegar a 100% em alguns casos. "Oferecemos descontos de 15%, mais o dólar congelado a R$ 2,28. Isso significa que esse passageiro conseguiu adquirir uma cabine com uma moeda de R$ 1,98, na prática", calculou.A gerente de Marketing contou que, para comercializar as varandas de categoria superior (mais caras), a empresa fez uma oferta de dois turistas a preço de um para algumas datas, e que, com as medidas, a demanda voltou. "Quando falamos em crise, navegar é a melhor opção. Uma cerveja em nosso navio custa US$ 2,5, enquanto cremos que se o turista viajasse para fora do País, pagaria o dobro", exemplificou.A Costa veio ao Brasil com três navios nesta temporada, mas pretende aumentar esse número na temporada 2008/2009, ao trazer mais uma opção do grupo, a Ibero Cruzeiros, que virá com opções de inclusão de bebidas. O grupo espanhol tem ao todo 14 navios em sua frota.A executiva disse que no Brasil surge o perfil do "novo cruzeirista", que primeiro faz uma viagem pequena, para depois, em outra temporada, optar por uma mais longa. Para o País, ela diz que está sendo criada uma cultura desse tipo de viagem, em que são oferecidos trechos menores, o que acaba por dar acesso a mais pessoas.Segundo a empresa, as opções Costa para o turista brasileiro trazem um mix de períodos mais curtos, de no mínimo três noites, e mais longos. Os preços variam entre US$ 50 e US$ 269 a diária.Outra empresa que avança nas ofertas para os mares nacionais é a Sun & Sea, representante da Royal Caribbean no Brasil, companhia que deixou de operar por aqui durante anos, voltando só na temporada passada. "Estamos com algumas promoções, como o congelamento da moeda americana a R$ 1,99, aliado ao parcelamento", diz Ricardo Amaral, diretor de Marketing da Sun & Sea, ao ressaltar que essa medida possibilitou lotação máxima no cruzeiro, e, em alguns casos, até a colocação de acomodações extras em cabines.Segundo Amaral, os clientes perceberam que há uma relação de melhor custo-benefício, já que o navio oferece "tudo em um só lugar", referindo-se a hospedagem, entretenimento e transporte. Para o diretor, o mercado brasileiro continua atrativo, pois, por enquanto, existe ainda crédito ao consumidor, "um motor que vai girar a economia".A Sun & Sea calcula que trará para as embarcações da Royal Caribbean mais de 40 mil passageiros nesta temporada, em dois navios que ficarão por aqui mais tempo, estendendo a estadia.FamíliaPara esta temporada, a CVC Turismo divulgou a comercialização de pacotes para o maior número de navios na costa brasileira. Ao todo, serão seis embarcações turísticas, com a pretensão de aumentar em 30% o volume de passageiros. A empresa foi a primeira a comercializar o sistema "tudo-incluído" (all inclusive), que flexibiliza o consumo de bebidas e da alimentação a bordo.Em relação às promoções, este mês a operadora congelou o dólar a R$ 1,99 para embarques, e, de acordo com fontes do setor, deverá entrar no mês de janeiro com pacotes em que o dólar estará cotado abaixo do valor estipulado pelo mercado.Além disso, os pagamentos poderão ser feitos pelos clientes em reais, com o tradicional parcelamento CVC em até 10 vezes sem juros. A companhia também deve adotar promoções como o "terceiro passageiro grátis" e planos de pacotes familiares. Ao todo, serão mais de 100 viagens.Outra companhia com opções para atrair os compradores é a italiana MSC Cruzeiros, que nesta temporada 2008/2009, vai transitar na América do Sul com quatro transatlânticos. A empresa afirmou ter preparado uma série de ofertas para o verão sul-americano, como "descontos de até 20% para vendas antecipadas", como também a "3ª pessoa grátis, na mesma cabine" e planos familiares, conforme divulgado pela empresa. Para os pagamentos, reservou parcelamentos entre cinco e 14 vezes. Outro modo que a MSC usa para atrair os turistas são os cruzeiros temáticos.SetorUm levantamento da Associação Brasileira de Representantes de Empresas Marítimas (Abremar), indica que mais de 500 mil turistas deverão viajar nesta temporada - que vai até abril -, cerca de 25% a mais do que na última. "Como 80% dos pacotes estão vendidos, acredito que até o final de janeiro estará tudo lotado", disse Eduardo Vampré do Nascimento, presidente da Abremar. Ele confirma que grande parte dos navios vai sair 100% ocupada. Com a crise econômica, o preço do petróleo caiu, diminuindo os custos das armadoras, o que favoreceu a intensificação de promoções e parcelamentos e o congelamento da moeda norte-americana, permitindo uma maior comercialização de pacotes.

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