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A iniciativa, reivindicada há vários meses, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de dezembro, através da circular número 95, de 29 de dezembro. O texto relata que foram apresentados elementos suficientes que indicam a prática de dumping e que resulta em dano à indústria brasileira.
Milton Cardoso reiterou que ê preciso “dar um basta a prática de dumping, que hoje é calculada em 435%”.
Processo - Ao comparar o valor normal e o preço de exportação, a Secex, através do seu Departamento de Comércio Exterior – apurou que a margem absoluta de dumping é de US$ 25,99 o par de calçados, equivalente a uma margem relativa de 435,7%. Como a China não é considerada um país de economia predominantemente de mercado, o valor normal foi calculado com base no preço praticado na Itália. "é uma grande vitória", assinalou o dirigente.
A próxima etapa compreende a investigação, por parte da Secex, diretamente nas empresas brasileiras e italianas, em paralelo às ações de defesa do Governo Chinês e das empresas exportadoras chineses.A investigação compreenderá o período de 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2007. Naquele ano, o preço médio das importações da China foi 58% inferior ao preço médio ponderado de outros países. As compras procedentes da China em 2007 somaram 24,5 milhões de pares. No total, o Brasil importou 28,6 milhões de pares.Ao comparar os danos na indústria doméstica nos anos de 2003 a 2007, a Secretaria concluiu que houve uma redução de 8,2 pontos percentuais no grau de utilização da capacidade instalada. As vendas internas, por sua vez, tiveram declínio de 28,5%. Se em 2003 a participação havia sido de 98,5%, em 2007 passou para 89,8%.
Fonte: Abicalçados
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Apesar da crise financeira global, foram vendidos no ano passado 2.820.350 veículos, um aumento de 14,5% em relação a 2007. O volume é recorde e deve fazer o Brasil subir do sétimo para o quinto maior mercado do mundo. "Só precisamos esperar os dados fechados de outros países para confirmar essa informação", disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider.
A estimativa de Schneider é de que os Estados Unidos continuem na liderança do ranking em 2008, seguido pela China, Japão e Alemanha. Se confirmado o Brasil na quinta posição, o País ficará à frente do Reino Unido e França, que no ano anterior estavam em melhor posição no ranking.
Segundo a Anfavea, a produção de veículos atingiu 102.053 unidades no último mês de 2008, com queda de 47,1% em relação a novembro e retração de 54,1% ante dezembro de 2007. No total de 2008, a produção de veículos no País cresceu 8%, somando 3.214.018 unidades. O presidente da Anfavea ressaltou ainda que o volume de produção em 2008 também foi recorde. Com esse número o Brasil sobe uma posição no ranking, consagrando-se como o sexto maior produtor de automóveis do mundo.
Já as exportações do setor registraram queda de 7,3% em dezembro, para US$ 917,7 milhões. Na comparação com o mesmo mês de 2007, houve queda de 23,1%. No acumulado do ano, as exportações totalizaram US$ 13,925 bilhões, volume 3,4% superior ao registrado em 2007.
Em dezembro, as vendas totais de veículos novos no mercado interno somaram 194.486 unidades, um crescimento de 9,4% em relação a novembro, mas uma queda de 19,7% sobre o mesmo mês do ano anterior. Mas Schneider disse que as vendas a prazo já mostraram recuperação em dezembro, respondendo por 60% das vendas, ante 54% em novembro. "Acredito que esse cenário já representa um posição de crédito mais forte e também as medidas anunciadas pelo governo em dezembro", disse.
O executivo informou também que em dezembro o setor já assistiu a uma pequena recuperação nas vendas de carros de menor cilindrada como o 1.0, que em dezembro responderam por 47,7% das vendas de automóveis, ante parcela de 46,2% registrada em novembro. No ano o segmento representou 50,6% das vendas.
Ao contrário do que se esperava, o executivo não apresentou as projeções do setor para 2009. Schneider justificou que apesar de positivas, não se sabe ainda ao certo os efeitos das medidas tomadas pelo governo em dezembro para incentivar a venda de carros novos, com a isenção do IPI e a redução do IOF. "Há também outras variáveis que precisamos acompanhar para traçar uma projeção para 2009, como o mercado de exportação, para o qual esperamos uma natural redução, mas ainda não saberemos em que patamar", disse.
O presidente da Anfavea afirmou que o plano que o governo dos Estados Unidos prepara para o setor automobilístico deverá ter repercussões mundiais. O presidente da Anfavea afirmou ainda que a entidade não trabalha com a expectativa de prorrogação da isenção do IPI, que é vigente até março. "Não discutimos ainda esse tema com o governo e estamos trabalhando com o prazo oficial divulgado, que é março", disse.
Modelos flex representaram
87,2% do total comercializado
As vendas de automóveis e comerciais leves, modelo bicombustível (flex), somaram 158.763 unidades em dezembro de 2008, com participação de 86,4% do total. Em 2008, foram vendidos 2.329.247 veículos flex, o que representa 87,2% do total de automóveis e comerciais leves negociados ao longo de 2008. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Já as vendas internas de máquinas agrícolas em 2008 totalizaram 54.421 unidades, com expansão de 42% sobre o ano anterior. Em dezembro passado, as vendas internas somaram 3.677 unidades, o que representa uma queda de 14,1% em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2007, o volume é 31,9% maior.
Conforme relatório de divulgação da Anfavea, no acumulado do ano de 2008 foram vendidas ao mercado externo 30.192 máquinas agrícolas, volume 10,8% superior ao registrado em 2007. Em dezembro passado, a exportação do setor totalizou 2.855 unidades, com alta de 19,9% sobre o mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2007, houve elevação de 24,1%.
A produção de máquinas agrícolas em 2008 atingiu o recorde histórico de 85 mil unidades no ano, volume que superou a marca registrada na década de 70, de cerca de 79.500 máquinas, segundo o vice-presidente da Anfavea, Gilberto Zago. De acordo com ele, apesar da produção recorde em 2008, as vendas no mercado interno ainda estão abaixo do registrado nos anos 1970. Em 2008, as exportações somaram 30,2 mil unidades.
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