• O papo rolava solto na semana passada no Aline's, aquele restaurante frequentado pela nata portuária em Santos.

  • A medida atende ao pedido do Ministério Público Federal (MPF), que ingressou com uma ação civil pública. A interrupção das obras se manterá até que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) delibere sobre o caso.

  • É preocupante o entusiasmo para aprofundar o canal de acesso ao Porto de Santos focado na movimentação de carga, ante um quadro de assoreamento em um crescendo que se vive no seu estuário, onde se situam as praias da cidade. O estudo contratado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) à Universidade de São Paulo (USP) tem como objeto responder ao Ministério Público na ação pública sobre o tema – dragagem em que a Codesp e a Secretaria de Portos (SEP) figuram como réu. Qualquer que seja o projeto para dragar de 15 metros para 17 metros, sua elaboração não pode prescindir de uma visão de desenvolvimento em todos os níveis, integrando o econômico, social e ambiental.

  • Diz o ditado caboclo que “quem chega primeiro bebe água limpa”. Antes tarde do que nunca. Depois de 16 anos, finalmente parece que a Secretaria de Portos (SEP) vai materializar, parcialmente, o projeto que foi apresentado na Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), em 1999, como solução técnica conveniente para a manutenção das profundidades à navegação. Naquela ocasião, idealizada pelo engenheiro Luiz Alberto Costa Franco, a proposta previa a concessão dos acessos terrestre e marítimo a um único gestor. Projeto pioneiro e gerador de produtividade que teria possibilitado melhores resultados ao negócio portuário.

  • Com a chegada do equipamento vindo do Porto de Maceió, as obras começam ainda este mês julho e devem ser concluídas até outubro. A empresa belga Jan de Nul, vencedora da licitação, com valor de R$ 20,4 milhões, será a responsável pela obra

  • Em pouco mais de seis meses, a profundidade do Porto de Maceió vai passar de nove para 11 metros. A obra vai gerar um aumento de até 30% na capacidade operacional do escoamento de cargas e facilitar a atração de navios de cruzeiros marítimos.

  • Ao completar os cem primeiros dias da arrastada indicação política de Casemiro Tércio Carvalho para assumir a presidência da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a administradora do Porto de Santos, o que mais marcou esse período foi o descompasso da Autoridade Portuária com a sua comunidade.

  • O Consad, por meio da Assessoria Especial do Ministério da Infraestrutura, respondeu por e-mail nesta segunda-feira, dia 10 de junho, ter conhecimento do relatório do TCU e alegou estar "adotando todos os procedimentos necessários para a análise do caso", além de de acompanhar todas as medidas tomadas pela diretoria da Autoridade Portuária de Santos

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  • O curso ainda aborda os riscos ambientais inerentes à dragagem e a interferência da atividade que causa o avanço do mar em orlas urbanas, fenômeno que chama atenção especialmente no Porto de Santos

  • Para contribuir com as discussões acerca do tema, Portogente entrevistou o membro do Movimento Contra a Cava Subaquática e o especialista em Gestão Pública, Leandro Silva de Araújo. Ele criticou a disposição de sedimentos altamente tóxicos e cancerígenos na cava, lembrando que a Vale reproduz em todo território nacional uma série de ataques ao meio ambiente, incorrendo "sistematicamente em crimes ambientais, como foi o caso de Brumadinho"

  • Cada vez que se analisa este caso fica mais difícil aceitar a correção dos conceitos e resultados que balizaram o pagamento desses serviços. Para que não paire alguma dúvida, a sociedade exige, conforme o artigo 37 da Constituição Federal, os esclarecimentos devidos pela Codesp

  • A comunidade do Porto de Santos (SP), que paga taxas para ter o canal portuário dragado, merece esclarecimentos rigorosos o pagamento dos serviços de dragagem executados pela empresa belga Dragabrás Serviços de Dragagem, cuja medição não foi aprovada pela gerência de Dragagem da Autoridade Portuária do Porto de Santos.

  • Dragagem define-se como o serviço de desassoreamento, alargamento, desobstrução, remoção, derrocamento ou escavação de material do fundo de rios, lagoas, mares, baías e canais de acesso a portos. O principal objetivo é realizar a manutenção ou aumentar a profundidade

  • O Porto de Vitória (ES) deverá aumentar em 30% sua movimentação de carga após obra de dragagem que será concluída na segunda-feira (2), marcada por solenidade no Cais Comercial de Vitória.

  • “CODESP planeja retomar dragagem no porto de Santos”, informa A TRIBUNA de 23/MAI passado. “Falta de dragagem reduz calado e gera custo extra à BTP”, VALOR do último 27/MAI. “Conselho da Docas analisa plano para dragagem” e “Presidente propõe que medida seja avaliada pelo TCU”, A TRIBUNA de 30/MAI.

  • A dragagem do Porto de Santos (SP) está sendo judicializado. Desde o dia 7 último, o processo de contratação das obras de dragagem do maior porto do País e da América Latina do Porto de Santos está suspenso por decisão judicial.

  • Desnecessária, inexplicável e inquietante a decisão de contratar a dragagem do Porto de Santos (SP) por modalidade emergencial. É prejudicial à qualidade e aos custos. Seria o caso de perguntar por que passados mais de cem dias de governo, tempo suficiente para realizar uma licitação, nada foi feito.

  • Portogente encaminhou indagações sobre o critério de medição da dragagem do Porto de Santos (SP) e a assessoria de imprensa da contratada para dragar o canal de acesso, a Dragabrás, nome fantasia da gigante belga Deme, não respondeu.

  • Enquanto caminhoneiros se manifestam pelo custo do combustível e o governo para reduzir o diesel corta até no SUS e na educação para alinhar o custo do transporte, no maior porto do País o custo é tratado com desaforo.