Portos do Brasil

A Localfrio se comprometeu a divulgar, a partir do dia 17 último, um laudo parcial sobre o grave acidente ocorrido, em 14 de janeiro último, em seu terminal em Vicente de Carvalho, na margem esquerda do Porto de Santos, quando pegaram fogo mais de 50 contêineres com produtos químicos, entre eles ácido dicloro isocianídrico. A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), autoridade portuária local, também prepara relatório sobre as ações e dificuldades enfrentadas pelas equipes de emergência.

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O presidente da Codesp, José Alex Botelho de Oliva, solicitará à Localfrio informações sobre a causa da ocorrência e implantação de medidas para evitar ocorrências similares. “A empresa deverá encaminhar um plano de ação para efetuar medidas para corrigir as não conformidades ocorridas durante o sinistro, no que tange a mitigação dos impactos ambientais.”

A apuração das responsabilidades também envolverá instituições dos governos do estado e federal, como o Corpo de Bombeiros, a agência ambiental estadual (Cetesb) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente. O incêndio liberou fumaça que deixou, principalmente, as cidades de Guarujá e Santos em estado de alerta e provocou a ida de centenas de moradores aos hospitais locais com sintomas de intoxicação respiratória. Ainda há a apuração da morte de duas pessoas após o incêndio por complicações respiratórias.

Já o Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), ligado ao Ministério Público Estadual, quer um “raios-x” de todos os terminais do Porto de Santos, medida considerada positiva, inclusive, pelo próprio presidente da Codesp. “Entendemos que quaisquer meios de fiscalização que porventura venham a se somar aos métodos já existentes e aplicados pelas várias autoridades intervenientes na operação portuária possam ser de valia”, avalia.

De acordo com o dirigente portuário, a investigação do incêndio e a apuração das responsabilidades são de competência da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros. Todavia, ainda segundo Oliva, as superintendências da Guarda Portuária e de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho da Codesp vão elaborar relatórios para discussão interna, não informando a data para conclusão desse trabalho.

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Um navio carregado com 41 mil toneladas de sal deixou o Porto de Natal, no dia 24 último, levando o produto para os Estados Unidos, país que recebe grande quantidade do sal produzido no Rio Grande do Norte.

É a segunda vez que o porto movimenta sal a granel. A primeira vez se deu em novembro de 2015, quando se exportou 24 mil toneladas de sal, sendo uma adaptação logística da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), para atender as salinas localizadas mais próximas de Natal, sem interferir no Terminal Salineiro de Areia Branca, que deverá chegar ao final de 2016 tendo movimentado mais de 2,5 milhões de toneladas.

O Rio Grande do Norte é o maior produtor de sal do Brasil. O setor salineiro como um todo emprega mais de 70 mil pessoas de forma direta e indireta e é parte significativa da economia do estado. O clima, sol forte, muito vento e pouca chuva fizeram do nosso Estado o maior produtor de sal do país.

Atualmente, 30% da movimentação feita pelo Porto de Natal é de frutas com a predominância do melão, sendo todas armazenadas em contêineres refrigerados. Trigo, tecidos, pescados, peças eólicas, sal e outros produtos completam o percentual restante.

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O engenheiro civil Thiago Andrade Godoi assumiu na manhã desta sexta-feira, 26, a presidência do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Itajaí. Godoi foi indicado pelo Governo Federal, em substituição a Leila Cristina Miateli Pires.

Graduado pela Universidade de Brasília, Godoi é servidor de carreira do Ministério do Planejamento, na função de analista de infraestrutura. Atualmente está lotado no Departamento de Outorgas Portuária da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP). Também atua como presidente do CAP de São Francisco do Sul desde outubro de 2014.

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A Secretaria de Portos (SEP) disponibilizou as contribuições finais para a modelagem da concessão de dragagem dos acessos aos portos organizados recebidas pelo endereço eletrônico [email protected]/* */ no período de 22 abril até 9 de maio de 2015.

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O número de trabalhadores atuando nos portos brasileiros aumentou 47,7% entre 2006 e 2013. São mais de 50 mil profissionais empregados no setor. Nesse período, na operação dos terminais, o número de profissionais avulsos caiu 15,6%. Os que têm vínculo empregatício aumentaram em 213,2%. Os dados são do relatório  "Perfil dos trabalhadores nos portos do Brasil" elaborado pela Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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