Foi realizado, em 29 de abril último, no Porto de Paranaguá, o primeiro embarque de celulose produzida na nova fábrica da Klabin em Ortigueira (PR). Até domingo, serão carregadas 20 mil toneladas de celulose no navio Tanchou Arrow. A carga tem como destino a China.

Ao todo, as operações da empresa por Paranaguá devem movimentar 900 mil toneladas ao ano, de um total de 1,5 milhão de toneladas que devem ser produzidas anualmente. “A Klabin fez um dos maiores investimentos privados da história do Paraná, com a sua unidade em Ortigueira, e agora este ciclo virtuoso começa a se espalhar pelo restante do estado, gerando emprego e renda para os trabalhadores de Paranaguá também”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

Cerca de 90% da produção de celulose da fábrica de Ortigueira já está vendida e nas próximas semanas um armazém da empresa passará a funcionar em Paranaguá para dar suporte à operação de exportação.

Para maio e junho já estão programados mais quatro navios, totalizando 70 mil toneladas. Depois, a previsão é que sejam movimentadas 75 mil toneladas por mês. “Hoje temos uma estrutura pronta para atender a movimentação deste tipo de produto. Nossos investimentos em manutenção do calado também foram essenciais para garantir o escoamento de quase 1 milhão de toneladas de celulose da produção da empresa”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

Investimento
Fruto de um investimento de R$ 8,5 bilhões, a unidade industrial entrou em operação no início de março e gerou novos empregos, aumentou a arrecadação do município e fomentou novos negócios para os setores do comércio e serviços. A fábrica gera 1,4 mil empregos diretos e indiretos.

Do total da produção, 1,1 milhão de toneladas serão de celulose branqueada de fibra curta (eucalipto) e 400 mil toneladas de celulose branqueada de fibra longa (pinus). De acordo com a empresa, a área florestal que fornece madeira para a nova fábrica está a 72 km, o que garante a competitividade e o baixo custo do transporte de madeira.

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