Portos do Brasil

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Salvador, na Bahia, obteve a Autorização Especial (AE) exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. Com isso, o terminal está apto a prestar serviços de armazenamento de substâncias e medicamentos sob controle especial em recintos alfandegados.

A decisão da agência reguladora se deu por meio da Resolução nº 282, de 29 de janeiro de 2016, publicada em 1º de fevereiro de 2016 no Diário Oficial da União. Desde essa data, então, novas empresas e aquelas que já utilizam o Teca de Salvador podem realizar importações de medicamentos/insumos farmacêuticos contemplados na Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, aumentando ainda mais a variedade de mercadorias, tanto para a produção quanto para a comercialização.

Para o gerente de Infraestrutura Logística da Infraero, Carlos Magno Ribeiro Leite, a obtenção dessa autorização representa uma nova etapa no trabalho do terminal de cargas.“ Essa decisão da Anvisa tem um impacto positivo não apenas para nossos negócios mas também para segmentos da economia do estado.”

Após a resolução nº 282, o terminal de cargas do Aeroporto de Salvador está habilitado para prestar serviços de armazenagem dos seguintes produtos sob vigilância sanitária: medicamentos e matérias-primas com emprego na indústria farmacêutica; cosméticos, produtos de higiene e perfume; alimentos; produtos para saúde e produtos para diagnósticos; saneantes domissanitários; e substâncias e medicamentos sob controle especial em recintos alfandegados.

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O Porto Itapoá, localizado no Norte de Santa Catarina, registrou um aumento de 14,50% no volume de cargas em 2015, com um total de 548.463 TEUs (medida padrão para contêineres) movimentados, contra 478.982 TEUs em 2014. As movimentações contabilizadas no terminal incluem operações de longo curso (importação e exportação), transbordo cabotagem, movimentação de contêineres vazios e remoções.

A evolução ocorreu tanto no segmento de longo curso, onde houve um aumento de 18,6%, quanto no de cabotagem, onde o acréscimo foi de 38%. Apenas nas operações de transbordo houve pequeno recuo, de 7,3%, sem afetar, contudo, a performance geral positiva.

Itapoa 2016 editada

Para a Direção do Porto Itapoá, o bom desempenho, a despeito da crise pela qual passa o País, comprova que o Terminal, em pouco mais de quatro anos de operação, consolidou a sua vocação entre um dos mais importantes portos de cargas conteinerizadas do Brasil.

Desde o início do último trimestre de 2015, a direção de Itapoá previa a possibilidade de garantir uma performance positiva para o ano, visto que em outubro o terminal bateu o seu recorde mensal de movimentação de carga, com 56 mil TEUs movimentados no mês. O recorde anterior era de junho de 2013, com 51 mil TEUs.

Patrício Junior, Presidente do Porto Itapoá, afirma que “o terminal tem se destacado não apenas nas crescentes movimentações, mas tem conquistado seu espaço num ambiente de intensa competividade, o que é excelente para o desenvolvimento do País, que valoriza o empreendimento mais eficiente e de melhor performance". O resultado disso, afirma, "é a satisfação do cliente, uma das premissas do Porto Itapoá”.

Outros indicadores de performance em 2015 merecem destaque. Em setembro, o terminal bateu o seu recorde de produtividade, alcançando 145,7 MPH (movimentos por hora) e 37 movimentos por equipamento (portêiner). Como consequência, Itapoá passa a ser um dos terminais portuários mais eficientes do País, e está entre mais ágeis do Planeta, pelo critério de produtividade medida por MPH, à frente de portos reconhecidos como os melhores do mundo, entre os quais Cingapura, Hong Kong, Roterdam, e Hamburgo.

Também no ano passado coube a Itapoá fazer o primeiro embarque de carne bovina brasileira para a China, após o acordo bilateral firmado entre os dois países. E, ainda no ano passado, foi instalada uma unidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento dentro do terminal, permitindo a redução em 50% no tempo de liberação de cargas.

Além disso, teve início em Itapoá o sistema que permite a pesagem das cargas no próprio levante do RTG (guindaste utilizado para movimentar os contêineres dentro do pátio do terminal), o que garante maior economia de tempo, segurança e eficiência às operações. Itapoá é o primeiro terminal da Região Sul do Brasil a contar com este sistema.

Localizado na Baía da Babitonga, litoral norte de Santa Catarina, o Porto Itapoá começou a operar em junho de 2011 e hoje é o sexto maior terminal de contêineres do País, segundo a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários). A localização privilegiada do Terminal, próximo a grandes centros produtores, como Curitiba e Joinville, e servido por eficiente malha rodoviária, garante diferencial logístico ao Porto, que tem como acionistas a Aliança Navegação, a Logz Logística Brasil S/A e o Grupo Batistella.

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Aconteceu na noite desta segunda-feira (29/02), em um galpão da empresa Conexão Maritíma incêndio de grande proporção. A empresa fica localizada na BR 101, bairro Salseiros em Itajaí.

Itajai 1 2016

Foram empregadas no local para controlar as chamas sete viaturas do Batalhão de Bombeiros Militar de Itajaí, um caminhão tanque de Balneário Camboriú e mais três de Blumenau e Brusquue prestando suporte.

O galpão possui 21.000 metros quadrados e foram salvos 15.000 meltros quadrados. A empresa estimou ainda na madrugada que cerca de R$15.000.000 em mercadorias foram salvas graças ao combate do incêndio realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Foto: Aspirante Maccarini e Soldado Sofia

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A mudança da poligonal é de fundamental importância para ampliar a capacidade portuária do Paraná, além de abrir portas para a atuação de empreendimentos privados, ampliando o setor, atraindo mais cargas para o estado e fortalecendo o Paraná como um importante polo portuário

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A Localfrio se comprometeu a divulgar, a partir do dia 17 último, um laudo parcial sobre o grave acidente ocorrido, em 14 de janeiro último, em seu terminal em Vicente de Carvalho, na margem esquerda do Porto de Santos, quando pegaram fogo mais de 50 contêineres com produtos químicos, entre eles ácido dicloro isocianídrico. A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), autoridade portuária local, também prepara relatório sobre as ações e dificuldades enfrentadas pelas equipes de emergência.

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O presidente da Codesp, José Alex Botelho de Oliva, solicitará à Localfrio informações sobre a causa da ocorrência e implantação de medidas para evitar ocorrências similares. “A empresa deverá encaminhar um plano de ação para efetuar medidas para corrigir as não conformidades ocorridas durante o sinistro, no que tange a mitigação dos impactos ambientais.”

A apuração das responsabilidades também envolverá instituições dos governos do estado e federal, como o Corpo de Bombeiros, a agência ambiental estadual (Cetesb) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente. O incêndio liberou fumaça que deixou, principalmente, as cidades de Guarujá e Santos em estado de alerta e provocou a ida de centenas de moradores aos hospitais locais com sintomas de intoxicação respiratória. Ainda há a apuração da morte de duas pessoas após o incêndio por complicações respiratórias.

Já o Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), ligado ao Ministério Público Estadual, quer um “raios-x” de todos os terminais do Porto de Santos, medida considerada positiva, inclusive, pelo próprio presidente da Codesp. “Entendemos que quaisquer meios de fiscalização que porventura venham a se somar aos métodos já existentes e aplicados pelas várias autoridades intervenientes na operação portuária possam ser de valia”, avalia.

De acordo com o dirigente portuário, a investigação do incêndio e a apuração das responsabilidades são de competência da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros. Todavia, ainda segundo Oliva, as superintendências da Guarda Portuária e de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho da Codesp vão elaborar relatórios para discussão interna, não informando a data para conclusão desse trabalho.

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