Terça, 24 Fevereiro 2026
Segundo o secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer, em 2008 houve grande criação de empregos formais, o que não se repetiu em 2009 por conta da crise. “O emprego formal estava crescendo a todo vapor, todos os meses em 2008. Em 2009, o primeiro semestre foi um pouco mais fraco, e o segundo está puxando forte”, afirmou.

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Os envelopes foram abertos na última segunda-feira. Conforme explicou presidente da Comissão Permanente de Licitação (CPL), Paulo Otávio D´Almeida Castanha, as quatro empresas concorrentes apresentara-se hábeis para execução das obras, com projetos orçados abaixo do limite. “O critério para obras como esta é exclusivamente o menor preço”, explicou. O segundo lugar ficou com a Construtora Queiroz Galvão S/A, o terceiro com Construtora Andrade Gutierrez S/A e o quarto com Odebrecht Serviços de Engenharia e Construção S/A.

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O ano promete ser agitado na indústria brasileira de celulose. Diante das postergações de alguns investimentos em 2009 e da reorganização da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel (VCP), que se uniram e deram origem à Fibria em setembro passado, os principais fabricantes do País precisam decidir este ano o cronograma dos primeiros projetos do novo ciclo de expansão do setor. Isso se quiserem aumentar a oferta para acompanhar o crescimento de demanda, que tende a se acentuar nos próximos anos. Em um cenário menos otimista, ao menos US$ 5,5 bilhões em aportes precisam ser definidos até o final de 2010. Mas esse número pode saltar para quase US$ 20 bilhões caso o ambiente de negócios permita projeções de investimentos para o longo prazo, segundo levantamento realizado pela Agência Estado.

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SÃO PAULO - Está previsto para o mês de maio deste ano o início do processo de desapropriação das áreas que correspondem ao projeto vencedor do processo da licitação para a implantação do trem de alta velocidade (TAV), no Brasil. É o que afirma o superintendente executivo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Hélio Mauro França. "Teremos conhecimento do vencedor da licitação em maio, tão logo cientes do traçado poderemos iniciar as desapropriações", comentou ao DCI.Na segunda audiência Pública realizada pela ANTT, ontem, em São Paulo, cujo objetivo principal era receber contribuições para o aprimoramento do processo de licitação, Hélio França comentou que se a empresa vencedora mantiver o traçado referencial do projeto, ela não deverá arcar com os custos para a esta ação. Caso o percurso seja alterado, aí sim o governo federal dará até R$ 2 milhões para que a concessionária efetue as desapropriações.França ainda comentou sobre a data prevista para a obtenção da Licença Prévia Ambiental, que permitirá o início da construção do TAV. "Acredito que a licença seja expedida em meados de 2011", declarou.As contribuições aceitas e recolhidas nas audiências públicas - a ser decidido se serão quatro ou cinco -, e realizadas até dia 29 deste mês, serão então analisadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que dará o resultado de sua avaliação para a conclusão do Relatório Final da Audiência Pública, ainda em fevereiro.Fora as duas que já aconteceram, até o fim deste mês serão realizadas mais duas audiências, dia 15 em Campinas, e 19 em Brasília. Porém, devido ao grande número de solicitações recebidas de representantes da cidade de São José dos Campos (SP), que está inclusa na rota do TAV, a ANTT já pensa em realizar uma reunião na cidade do Vale do Paraíba paulista.Hélio França ainda comentou que a data prevista para a obtenção da Licença Prévia Ambiental, que marcará o inicio das obras do TAV, será em 2011, e sobre a conclusão do empreendimento ele afirmou: "a ideia inicial sugere cinco anos para a conclusão, mas esse prazo depende da empresa que receberá a concessão. Se ela colocar operários para trabalhar 24 horas por dia, e não tiver nenhum problema para receber os materiais necessários, talvez ela termine a obra em três anos", afirmou.

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SÃO PAULO - A Vale anunciou ontem um contrato com um de seus principais clientes da logística de carga geral, a Bunge, pelos próximos 11 anos. O contrato prevê o transporte de até 200 milhões de litros de álcool por ano pela ferrovia Norte-Sul (FNS) a fim de abastecer clientes do Estado do Tocantins.Com a opção logística, que favorece o escoamento da carga via ferrovia, a companhia espera retirar das estradas brasileiras até 700 caminhões por mês. Além disso, com este contrato, segundo o anuncio divulgado ontem, a Vale pretende ampliar seu volume de carga geral movimentado enquanto "gera mais competitividade para a região".O produto, que será transportado entre o Município de Tupirama no Tocantins e São Luis, no Maranhão, será produzido pela Bunge em sua usina Pedro Afonso. O destino final do produto será a exportação via porto de Itaqui (MA).Até setembro de 2009 - dados mais atuais fornecidos pela Vale -, a FNS transportou 1,5 milhão de toneladas de carga geral. Segundo a Vale, este contrato serve para consolidar a ferrovia como eixo de transporte de cargas na região.A Vale deve investir cerca de R$ 5 bilhões na área de logística este ano. É a segunda maior área de investimento da companhia - 21% do total dos aportes, que devem somar R$ 24,4 bilhões em 2010.Em termos de receita, a área de logística correspondeu, no terceiro trimestre de 2009, a 4,6% dos US$ 6,9 bilhões arrecadados pela Vale no período.A Vale fechou contrato com um de seus principais clientes da logística de carga geral, a Bunge, pelos próximos 11 anos. O contrato prevê o transporte de álcool no Estado do Tocantins.

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