Ministério da Agricultura

O ano de 2014 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional da Agricultura Familiar para destacar a importância da área na produção de alimentos no mundo. No Brasil ganhou o nome de Ano Internacional da Agricultura Familiar, Indígena e Camponesa (Aiaf). O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) é o responsável por coordenar o comitê brasileiro da Aiaf e foi uma das primeiras instituições a se associar à campanha internacional.

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Após cerca de dois anos de embargo, a China reabriu seus portos para a carne bovina brasileira. A retirada oficial da restrição foi anunciada no sábado (15), depois de dois dias de negociações entre o governo brasileiro e o governo chinês. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, encontra-se no país asiático desde 12 de novembro.O acerto de reabertura de portos foi selado entre o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, e o ministro da Agência de Supervisão da Qualidade, Inspeção e Quarentena da China (AQSIQ), Zhi Shuping. O acerto sela, segundo o ministério brasileiro, o anúncio feito pelo presidente da República Popular da China, Xi Jinping, à presidente Dilma Rousseff, no Brasil, no mês de julho.De acordo com o ministro brasileiro, Neri Geller, é uma conquista do Brasil a reabertura dos portos chineses para a carne bovina brasileira. Hoje, a China é grande cliente da soja em grãos do país, em especial de Mato Grosso de onde entre janeiro e outubro deste ano comprou 9,242 milhões de toneladas apenas do complexo soja, que resultaram em US$ 4,696.bilhões.

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A suspensão definitiva do embargo imposto pelo país árabe à carne bovina brasileira só depende agora de visita do corpo técnico daquele país ao Brasil, o que ocorrerá em breve, e posterior assinatura de decreto pelo rei Abdallah. O sinal positivo foi dado neste domingo (10) ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, por seu colega de pasta da Arábia Saudita, ministro Fahd bin Abdulrahman Balghunaim, e pelo CEO da Saudi Food and Drug Authority (FDA), Mohammed bin Abdulrahman Al Mishal, autoridade máxima do país para importação de produtos agropecuários. O entendimento vai derrubar um embargo de mais de dois anos, motivado pelo caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) registrado no Brasil em dezembro de 2012.
 
 
 
 
 
Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, e o ministro, Fahd bin Abdulrahman Balghunaim, da Arábia Saudita
 
Para o ministro Neri Geller, a reabertura deste mercado é um avanço no esforço do governo brasileiro de restabelecer o comércio entre os dois países. “A recuperação deste mercado fortalece ainda mais a posição do país como uma referência no atendimento à crescente demanda mundial por alimentos e reforça a confiança do mercado internacional na robustez do nosso sistema de vigilância sanitária animal”, enfatiza Geller, o primeiro ministro da pasta a cumprir uma agenda oficial na Arábia Saudita.
 
A decisão Saudita é vista como estratégica para a produção de carnes do Brasil, tanto pelo volume, que pode acrescer às vendas do setor, quanto pela possibilidade de abertura imediata de outros mercados do Golfo Pérsico como Kuaite, Bahrein, Omã, Emirados Árabes Unidos e Catar, ampliando a pauta atual. Em 2012, antes do embargo, o Brasil exportou cerca de US$ 200 milhões (mais de 33 mil toneladas) em carne bovina para a região do Golfo.
 
De janeiro a outubro deste ano, as vendas do agronegócio do Brasil para o país árabe registram um volume de U$$ 1,75 bilhão, com destaque para a carne de frango, com negociações em torno de US$ 1,04 bilhão - o mercado brasileiro é a origem de 75% das importações de frango da Arábia Saudita.  Em segundo e terceiro lugares na lista de maiores embarques estão, respectivamente, o setor sucroalcooleiro, com US$ 377 milhões, e o complexo soja (soja em grãos), com US$ 149 milhões.
 
Este desempenho reafirma o resultado verificado em 2013 quando as vendas para a Arábia Saudita registraram um total de US$ 2,49 bilhões em produtos agropecuários. A liderança ficou com a carne de frango (US$1,41 bilhão), seguida pelo complexo sucroalcooleiro (US$ 481 milhões). A relação comercial entre os dois países registra também participação expressiva nas vendas de milho que, em 2013, fecharam em 1,1 mil de tonelada.
 
Sucroalcooleiro
Em reunião promovida pelo embaixador brasileiro em Rihad, Flavio Marega, o ministro Geller recebeu o CEO do grupo AKS Saeed Saudi Arabia, Khalid Saleh Almusa, do setor açucareiro saudita, que apresentou projeto da ordem de US$ 200 milhões de investimento em uma refinaria a ser construída no país árabe. A intenção do AKS é abastecer esta unidade com a importação de aproximadamente 1 milhão de tonelada anual do produto brasileiro, até 2017.
 
O grupo é apoiado pelo Fundo de Agricultura Saudita, entidade que financia a iniciativa privada do país árabe na negociação com outros mercados. Geller destacou o potencial de crescimento do setor sucroalcooleiro e se comprometeu na interlocução direta com o segmento para o avanço das negociações. “Este é um investimento que interessa muito ao Brasil e posso garantir, em nome da presidente Dilma Rousseff, que não faltará empenho do nosso governo para que ele seja viabilizado”, garantiu Geller.
 
A delegação liderada pelo ministro Neri Geller é composta também pelo secretário de Relações internacionais do Mapa, Marcelo Junqueira, pelo di retor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), Leandro Feijó, técnicos do ministério e representantes de entidades do setor, com a Associação Brasileira da Indústria de Exportação de Carnes (Abiec) e Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Depois da Arábia Saudita, a missão segue para a China e Malásia.
 
Relação comercial Brasil-Arábia Saudita
O Brasil exporta para a Arábia Saudita: carnes, complexo sucroalcooleiro, complexo soja, cereais, farinhas e preparações, produtos florestais, Café, lácteos, couros, produtos de couros e peleteria, sucos, rações para animais, chá, mate e especiarias, produtos alimentícios diversos, frutas (inclui nozes e castanhas), demais produtos de origem vegetal, demais produtos de origem animal, fibras e produtos têxteis, cacau e seus produtos, produtos oleaginosos (exclui soja).
 
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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) negociou 35,7 mil toneladas do arroz oferecido em dois leilões nesta quinta-feira (30). As duas ofertas totalizavam 40,2 mil t e o produto é oriundo do Rio Grande do Sul.

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A Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (AGE/Mapa) divulgou na última terça-feira (14) a seleção que define os dez relatos para a 3ª edição da publicação “Gestão Sustentável na Agricultura”, classificados por meio de critério social, econômico e ambiental. A iniciativa do Mapa é um incentivo à produção agropecuária sustentável e à conservação ambiental para o desenvolvimento rural, mostrando as práticas bem sucedidas de gestão sustentável na agricultura pelas pequenas, médias e grandes organizações ligadas ao agronegócio brasileiro. O lançamento oficial do livro está previsto para fevereiro de 2015.

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