Dia a Dia

A crise logística está no ar. Literalmente. Além dos congestionamentos de caminhões, em terra, e a problemática da dragagem, no mar, o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, afirmou que o transporte aéreo de cargas corre risco de apagão. O depoimento, segundo a Folha Online, foi dado à CPI do Apagão Aéreo da Câmara.

De acordo com Pereira, a infra-estrutura aeroportuária é limitada e o caos, verificado na aviação de passageiros, também pode se instalar na carga aérea. Pressionado, o presidente ainda tentou minimizar, ou melhor, voltar atrás, garantindo que os aeroportos terão capacidade ampliada até dezembro deste ano. “Se não fizéssemos nada, em três anos teríamos um apagão”.

Bom, pela lerdeza do setor aéreo, que há quase um ano provoca atrasos, arrepios e transtornos aos passageiros, é bem capaz que as obras não sejam feitas e a crise no transporte de cargas via aviões seja mesma instalada. É melhor ficar de olho.
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No último domingo, o jornal O Povo, de Fortaleza, publicou uma reportagem especial sobre o Porto de Pecém, inaugurado em 2002 com objetivo de viabilizar a refinaria e a siderurgia no Ceará. Cinco anos depois, no entanto, o que segura o cais local é a exportação de frutas e pescado, inexplicavelmente.

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De acordo com a Prefeitura de Guarujá, a movimentação de enxofre pela empresa só poderá ser feita após apresentação de um laudo de contenção de gases, assim como qualquer outro fator impactante ao meio ambiente.

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Na manhã da última sexta-feira, Rubens da Silva Ruas, de 56 anos, foi mais uma vítima a engrossar a estatística macabra de cinco mortes nos cinco primeiros meses do ano dentro do maior porto da América Latina, que, a cada dia, mostra-se pequeno quando o assunto é a segurança do trabalhador.

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Mais uma vez, os gargalos logísticos do Porto de Santos causam um mega congestionamento na rodovia Anchieta. Uma fila de caminhões proporciona, na tarde desta quinta-feira (17), mais de 17 quilômetros de engarrafamento. A rodovia Cônego Domênico Rangoni - ex Piaçaguera-Guarujá - também está sofrendo com as centenas de veículos que aguardam para chegar ao maior porto do Hemisfério Sul.Segundo informações do Globo Online, na Anchieta, o ponto mais prejudicado pelo congestionamento é o final do trecho de serra (entre os km 47 e 55 da pista sul), sentido litoral. Vale lembrar que, assim como nos dois maiores congestionamentos ocorridos no último mês, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) responsabilizou a chegada de cargas sem agendamento prévio pelo transtorno. Resta saber se os responsáveis pela operacionalização do Porto dão conta da tarefa. Está nas mãos do novo ministro Pedro Brito, essa verdadeira novela mal-resolvida e que necessita ter um desfecho adequado para que a atividade portuária e, por consequência, a sociedade como um todo, não saiam perdendo mais uma vez.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website