• Parece sem retorno a decisão do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, de privatizar as autoridades portuárias no Brasil. É uma mensagem inequívoca de pôr um fim à ingerência política nas decisões, à base de propinas, das administrações dos portos.

  • Entidades sindicais, trabalhadores e moradores dos arredores do porto fizeram, na terça-feira (5), um “Abraço ao Porto” contra a intenção do Governo Federal de privatizar a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).

  • O atual superintendente do Porto de Itajaí é o advogado Fábio da Veiga. Nesta entrevista especial ao Portogente, ele fala sobre os atuais projetos do porto catarinense. O executivo está otimista com as expectativas de ampliação da área operacional e de uma gestão a partir da nova concessão, que vem sendo analisada em Brasília.

  • O artigo utilizou estudos de caso para explicar a privatização dos portos de Brisbane, Botany, Kembla, Newscatle e Melbourne, processos realizados desde 2010. O modelo adotado foi o "private landlord port", ou seja, com a autoridade portuária sendo administrada pela iniciativa privada e o Estado mantendo o controle do território portuário (landlord) e a responsabilidade pela regulação da atividade

  • O tema de aviação continua com a Medida Provisória 866/18, que cria a empresa NAV Brasil para assumir as atribuições relacionadas à navegação aérea, atualmente a cargo da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

  • O futuro superministro da Economia do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Guedes, já sinalizou ser favorável à privatização da maior parte das estatais brasileiras, mesmo as administrações portuárias decentralizadas. É o caso do Porto de Itajaí, em Santa Catarina, que pertence à União mas está sob administração municipal há mais de duas décadas.

  • Pobre Brasil, artigo do diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, publicado em O Estado de São Paulo, em 5 de maio último, é uma chuva de meias verdades que não pode ser levada a sério por um povo que constrói um futuro vigoroso.

  • O anúncio de privatizar a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o Porto de Santos, parece mera intenção de fomentar o mercado. Da forma como foi feito, sem um plano de negócio, faltam atributos para ser uma estratégia para dinamizar o mais importante complexo portuário do Hemisfério Sul.

  • Nove meses já passados do governo de Jair Messias Bolsonaro e ainda não se vislumbra sequer um sinal de política pública eficiente aplicada nos portos brasileiros. Por isso, a angústia da pergunta: os portos brasileiros estão preparados para o novo paradigma digital?

  • O governo Temer anuncia a venda de ativos do sistema Eletrobras, muitos já amortizados, no propósito de reduzir o déficit primário projetado para 2018. Em entrevista coletiva, o ministro de Minas e Energia anunciou tarifas mais baratas depois da privatização.

  • Vem dos portuários de Santos (SP), onde está o maior porto do Hemisfério Sul, posicioamentos contrários à privatização das administrações públicas dos 37 portos organizados do País, as chamadas "docas".

  • De modo geral, os presentes ao debate concordaram ser necessário descentralizar as decisões do setor portuário. A concentração do poder decisório em Brasília esteve presente em vários momentos da vida brasileira e atualmente está agravada pela Lei 12.815/2013. O engenheiro, economista e consultor portuário Frederico Bussinger ressaltou que, desde os tempos do Império, o Brasil é atraído pela "Coroa", tirando autonomia das comunidades instaladas nos complexos portuários

  • O Projeto de Lei 777 de 2019, da Assembleia Legislativa de São Paulo, prevê a privatização das linhas do metrô de São Paulo e dos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

  • Enquanto o secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, navega sem rumo na reforma dos portos brasileiros, aumenta o abismo entre a produtividade portuária brasileira e as dos grandes portos mundiais.

  • A privatização da Autoridade Portuária do Porto de Santos é uma ação ainda muita polêmica, até porque estamos falando do maior e mais importante complexo portuário do Hemisfério Sul.

  • A privatização de empresas de tecnologia e processamento de dados, como o (Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro ) e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), coloca em jogo a soberania nacional?

  • O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, quer que o governo demonstre às bancadas de parlamentares a atual situação da Eletrobras para justificar a privatização da empresa.

  • No momento em que o Brasil ensaia uma nova reforma do setor elétrico brasileiro, baseada na ampliação do mercado livre e na privatização da maior geradora do país, um livro lançado em agosto de 2017, por um dos mais importantes economistas da energia, Jacques Percebois, em conjunto com Jean-Pierre Hansen, engenheiro e também economista, faz uma avaliação sobre a evolução do setor elétrico europeu depois de vinte anos de reformas liberalizantes.