Quarta, 25 Fevereiro 2026
O assunto foi tema do 6º ciclo de debates do Fórum Pernambuco Inovador, projeto do Porto Digital e do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. O exemplo do Vale do São Francisco é o que melhor ilustra como iniciativas inovadoras podem se desenvolver a ponto de criar uma nova fronteira agrícola no Estado e como a falta delas ameaça esses avanços. Antes, Pernambuco era só cana-de-açúcar. Com o surgimento dos chamados perímetros irrigados, verdadeiros oásis em meio ao Sertão, a uva (antes artigo de luxo) e a manga ganharam força. Só que hoje surge o desafio de manter a competitividade frente a novos agentes do mercado.

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As implicações econômicas e ambientais da logística de transporte na região amazônica serão debatidas, entre os dias 18, 19 e 20 de maio de 2010, na Trans 2010 e no V Congresso Internacional de Transportes da Amazônia, em Belém, no Pará.

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Às vésperas do relançamento das negociações do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, previsto para segunda e terça-feira, durante a 6ª Cúpula dos Chefes de Estado e de Governo dos países da América Latina, Caribe e União Europeia, em Madri, atitudes da França e da Argentina aparecem como entraves. As negociações entre os blocos econômicos estão paralisadas desde 2004.

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SÃO PAULO - A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas) pensa em um novo modelo de reajuste para o preço do aço, devido aos impactos do recente modelo de precificação do minério de ferro - principal insumo usado pelas siderúrgicas. A ideia, em estudo pela companhia, é adotar um sistema pelo qual o valor do aço seja ajustado automaticamente, quando o valor das matérias-primas, além do minério, também o carvão, aumentarem no mercado.O possível método a ser adotado pela Usiminas, classificado na mídia como uma espécie de "gatilho", surge como reflexo da adoção de ajustes no preço do minério a cada trimestre, feita pelas maiores mineradoras do mundo, como a nacional Vale, a BHP Billiton e a Rio Tinto, que iniciaram essa movimentação mês passado (quando o valor do insumo subiu 90% na média), fazendo com que o minério tenha uma nova "tabela de preços", em julho próximo.Desde então, as siderúrgicas tiveram de seguir a tendência, o que fez com que CSN, Gerdau e Usiminas começassem a avisar o mercado dos ajustes do preço do aço, distribuindo a alta de custos pela cadeia produtiva. Setores como o da indústria automotiva foram dos primeiros a sentira mudança. No mês passado, a Usiminas chegou a aumentar seus preços em até 15%, ao tentar acompanhar o aumento dos valores.Segundo a Usiminas, porém, a alta vem sendo aceita "normalmente" pelo mercado. "Para isso existe uma justificativa muito forte em relação ao aumento atual no preço da matéria-prima", comentou Wilson Brumer, executivo que assumiu presidência da Usiminas no início deste mês e apresentou ontem os resultados financeiros da empresa ao mercado, junto com Sérgio Leite, que exerce a função de vice-presidente de Negócios da companhia.InvestimentosA siderúrgica confirmou um volume de investimentos de R$ 3,2 bilhões para 2010 - o montante integra o pacote de R$ 5,6 bilhões, previstos para serem aportados até 2011. São vários os projetos que têm o objetivo de preparar a empresa para seu plano de expansão. No ano passado, o montante foi de R$ 2,1 bilhões.Entre os alvos da Usiminas está a implantação de nova tecnologia na Usina de Ipatinga (MG), onde ela também constrói uma nova linha de galvanização, o que vai permitir que a capacidade instalada dobre até 2011. Já para a planta da cidade de Cubatão está destacado um novo laminador."São investimentos que abrem possibilidades como a de fornecer para o mercado gerado pelas operações do pré-sal, atendendo também setores como o naval", explicaram os executivos.No mesmo dia da afirmação, a siderúrgica divulgou ter vencido uma licitação que envolve o Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro, empresa de logística do grupo Petrobras, para fornecer 7,7 mil toneladas de aços planos para a construção de navios petroleiros.Aliás, outro segmento que continuará a ser um dos focos da companhia é o da construção civil. Para se ter uma ideia, a Usiminas assinou em março último, com a Caixa Econômica Federal e com a Prefeitura de Volta Redonda (RJ), um convênio para a produção de seis prédios com estrutura de aço, destinados ao programa de habitação popular "Minha Casa, Minha Vida", do governo. Ontem, a Usiminas anunciou um lucro líquido de R$ 309 milhões no primeiro trimestre do ano, revertendo o prejuízo de R$ 112 milhões, obtido no mesmo período do ano passado. O resultado positivo ocorreu alinhado a um salto nas vendas de 1,0 milhão de toneladas para 1,6 milhão no período contabilizado. A melhora do resultado se deve a forte aumento das vendas físicas da empresa, que passaram de 1,048 milhão de toneladas no 2009 para 1,615 milhão de toneladas no primeiro trimestre de 2010.MinérioA Usiminas reafirmou a intenção em criar uma nova empresa de mineração. "Será um combinação entre o uso dos nossos ativos de minério, mais instalações no terreno que comparamos em Sepetiba e a nossa participação na MRS Logística", explicou o presidente da siderúrgica.Brumer contou que a intenção é criara uma mineradora com a atividades integradas com a ferrovia e com o porto e revelou a existência de uma negociação com possível investidor que deve integrar o negócio, o que reflete uma tendência do setor.

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SÃO PAULO - Um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao País. Segundo dados de 2008, a pesquisa aponta que o custo médio anual da corrupção no Brasil representa de 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, gira em torno de R$ R$ 41,5 bilhões a R$ 69,1 bilhões.No período entre 1990 e 2008, a média do PIB per capita do País era de US$ 7.954. Contudo, o estudo constatou que se o Brasil estivesse entre os países menos corruptos este valor subiria para US$ 9.184, aumento de 15,5% na média do período, equivalente a 1,36% ao ano.Entre 180 países, o Brasil está na 75ª colocação, no ranking da corrupção elaborado pela Transparência Internacional. Numa escala de zero a 10, sendo que números mais altos representam países menos corruptos, o Brasil tem nota 3,7. A média mundial é 4,03 pontos. O levantamento também traz simulações de quanto a União poderia investir, em diversas áreas econômicas e sociais, caso a corrupção fosse menos elevada.Em educação, por exemplo, o número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças.Na área da saúde, em hospitais públicos do SUS, a quantidade de leitos para internação, que hoje é de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes.Além disso, o número de moradias populares cresceria consideravelmente. A perspectiva do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é atender 3,960 milhões de famílias; sem a corrupção, outras 2.940.371 poderiam entrar nessa meta, ou seja, aumentaria 74,3%.A infraestrutura também seria beneficiada, na qual os 2.518 km de ferrovias, conforme metas do PAC, seriam acrescidos de 13.230 km, aumento de 525% para escoamento de produção. Os números de portos saltariam dos 12 atuais para 184 e seriam construídos mais 277 novos aeroportos.

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