Desta vez faço apenas um clipping! A seguir, para quem não leu, trechos da revista do “Valor” sobre a Região Metropolitana do Recife (RMR), recentemente veiculada, aberta com dois subtítulos: “Indústrias de Suape aquecem a economia local” e o texto “Vocação logística e grandes projetos estão mudando o perfil da região, com sustentabilidade e inclusão social”. E ao longo dos textos:

“... mas o grande atrativo tem um nome: Suape. Seu porto, de águas profundas, com grande capacidade de operação ..., [tem] reflexos nos municípios vizinhos, no Estado e no País”.

“A RMR, que até pouco tempo dependia de serviços e da cultura da cana-de-açúcar, é hoje o grande motor de desenvolvimento do Estado...”. “A acelerada expansão, acima da média do País nos últimos quatros anos [6,6% X 4,0%], é capitaneada pelo Complexo Industrial Portuário de Suape, que atraiu US$ 22 bilhões de recursos privados ... e deve receber mais R$ 3 bilhões em infraestrutura até 2014”. “São mais de 100 empresas instaladas, 35 companhias em implantação e mais de 20 mil empregos”. “A chegada de grandes empresas do setor de alimentos, da indústria automobilística e siderúrgica ... amplia a diversidade da atividade econômica da região...”.

“O comércio local é aquecido pelos salários dos trabalhadores do complexo e as empresas locais aproveitam para prestar serviços e fornecer produtos para as cadeias industrial, portuária e turística do entorno”. “Nos últimos quatro anos, o desemprego caiu de 15% para 7%”. “De 2005 a 2011, mais de 25 mil pessoas foram capacitadas pelo SENAI...”. “... foram 25 meses consecutivos de redução nos índices de violência”.

“O município [Ipojuca], além da influência industrial de Suape, tem forte apelo turístico. É dono do mais extenso litoral do estado, com 11 praias espalhadas em 32 km, como Porto de Galinhas, um dos destinos mais procurados do Brasil” [mostrando que porto e turismo não são obrigatoriamente incompatíveis]. “... a RMR recebeu três milhões de turistas em 2010 e vai ampliar sua capacidade para abrigar o crescente movimento de visitantes: 12 hotéis estão sendo construídos para ampliar a oferta para 50 mil leitos em 2014”.

Aqui um exemplo nacional, de portos como agentes de desenvolvimento regional. Mas há outros: o que impede que isso passe a ser regra e não um mero exemplo?

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