Quarta, 25 Fevereiro 2026
A Braskem recebeu em Triunfo, nesta semana, a primeira carga de etanol por via ferroviária. Foram descarregados 120 mil litros do produto vindos de São Paulo e Paraná. Na sexta-feira, chegam mais 840 mil litros. É a primeira vez que a empresa opera nesse modal para o transporte do etanol, que será usado na planta de eteno verde.

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O investimento estrangeiro direto (IED), como qualquer outra atividade econômica, também passou por forte refluxo decorrente da crise econômico-financeira global. Receosas da magnitude de um inesperado ambiente recessivo, grandes multinacionais cortaram custos e suspenderam abruptamente as estratégias de internacionalização.

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Considerando-se as últimas notícias referentes à possível mudança do estaleiro OSX para o estado do Rio de Janeiro em decorrência da negativa do Instituto Chico Mendes (ICMBio) para sua instalação na Baia Norte (município de Biguaçu/SC), vimos por meio deste informar que:

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Depois do estrangulamento do setor portuário, agora é a vez de os aeroportos sentirem os efeitos da falta de infraestrutura para o transporte de cargas. Os problemas são iguais aos dos portos: faltam áreas de armazenagem, instalações (câmaras refrigeradas) para produtos especiais e mão de obra suficiente para liberar as mercadorias dentro de padrões internacionais. O resultado tem sido a ampliação do tempo de desembaraço dos produtos importados. Há casos em que a mercadoria demora mais para ser liberada em território nacional do que para sair do país de origem e chegar ao Brasil. “Esse problema prejudica não só o transporte aéreo, mas também a indústria, que perde velocidade na produção”, afirma o consultor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Allemander Pereira. Representantes do setor industrial temem que o problema se agrave ainda mais neste semestre, quando é esperado um aumento nas importações para atender ao Dia da Criança e ao Natal. A luz amarela já acendeu em aeroportos, como os de Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, Confins, em Belo Horizonte, Salvador e Manaus.Os primeiros sinais de estrangulamento surgiram em 2008, antes da crise mundial. Na época, alguns terminais já estavam operando acima da capacidade, conforme estudo feito da McKinsey&Company, a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). O trabalho mostrou que, na área de importação, Viracopos trabalhava com 140% da capacidade. Em exportação, Confins atingiu 130% e Salvador, 113%. Guarulhos estava em nível bastante elevado, de 84% (importação) e 78% (exportação). Com o arrefecimento da economia, os aeroportos passaram bem pelo ano de 2009. Mas o alívio durou pouco. Desde o início do ano, o volume de importações, que cresceu 41,5% até maio, tornou visível a fragilidade do transporte aéreo. Em Manaus, onde está localizado um dos maiores polos industriais do País, o problema chegou ao limite, diz o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus, Wilson Périco. Sem área suficiente para atender ao volume crescente, as mercadorias ficaram armazenadas no pátio, cobertas apenas por lonas. Para piorar, o número de pessoas para registrar e liberar os produtos não foi suficiente. “As cargas demoraram até 18 dias para serem liberadas”, afirma Périco. Segundo ele, a estimativa é que as empresas tiveram prejuízo de US$ 650 milhões entre fevereiro e maio.O executivo afirma que o problema foi agravado pela Copa do Mundo, que ampliou a produção de TVs. “Mas teremos problemas a partir de setembro, se a Infraero (que administra os aeroportos) não fizer investimento em um terminal de cargas.”

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SÃO PAULO - Grupos de investidores estrangeiros, principalmente argentinos e chineses, aquecem o mercado de terras brasileiro. De acordo com Ricardo Viana Lopes, zootecnista e analista da Scot Consultoria, as regiões mais procuradas são o sudeste do Piauí, Maranhão, Bahia e Tocantins. "Mesmo com a queda nos preços da soja e do milho, grupos como o Los Grobo veem na região do cerrado potencial de valorização", afirma.Para o analista, os preços mais baixos, se comparados à Região Sul do País, e à boa produtividade na área de cerrado, na nova fronteira agrícola, conhecida como Matopiba, são os atrativos.Segundo Lopes, em Balsa, no Maranhão, quando as terras agrícolas estão prontas para a produção, o hectare pode atingir R$ 5,1 mil. "Os negócios devem continuar aquecidos, com tendência de alta", prevê o analista, acrescentando que a infraestrutura das estradas e a proximidade com centros urbanos também incidem na valorização das terras.As áreas para pastagens, dependendo da qualidade e volume de chuvas, segundo o analista, são comercializadas entre R$ 400 e R$ 1,5 mil o hectare. "O Matopiba, ao contrário de estados como Pará e Rondônia, sofre menos pressões ambientais."Estatística da AgraFNP mostra que a valorização média das terras em Tocantins, em 36 meses, no período de maio e junho de 2007, a março e abril de 2010, foi de 68,1%, e em 12 meses, de 2009 a 2010, de 17,9%. No mesmo período, em 36 meses, no Piauí, as terras valorizaram 70,1%, e em 12 meses, 2%. Já no Maranhão, o valor do hectare avançou 54,1%, em 36 meses, e 16,8%, em 12 meses.Segundo Lopes, o preço médio das terras brasileiras variam entre R$ 4 mil e R$ 5 mil por hectare.No entanto, em Santa Catarina, o hectare para pastagem é vendido em média a R$ 13 mil. Para grãos, o valor médio é de R$ 21 mil por hectare. "Em Joinvile e Blumenau as terras podem custar R$ 50 mil o hectare", diz Lopes.De acordo com Jacqueline Bierhals, gerente de Agroenergia da AgraFNP, o volume mínimo de investimento realizado por um grupo, por exemplo, de 20 estrangeiros no País, gira em torno de US$ 2 bilhões. "Toda vez que vejo negócios envolvendo estrangeiros, os investimentos estão sempre acima de US$ 50 milhões por grupo", comenta.Além da Argentina e da China, a gerente aponta ainda a Austrália, Nova Zelândia, Coreia e Japão como países que também estão de olho no potencial produtivo das terras no Brasil.Para Lopes, as notícias sobre um possível bloqueio brasileiro à aquisição de terras agrícolas por grupos internacionais, não vai se concretizar. "Pode ocorrer nova limitação ou sobretaxa", pondera.Segundo Bierhals, um estrangeiro pode comprar até 25% da área de um município brasileiro. "Não é especificado se o percentual é por área urbana ou rural. Então, entende-se por área total."Na Bahia, a maior disputa por terras é registrada em Luiz Eduardo, onde segundo Lopes, a produtividade da soja é semelhante à dos Estados Unidos.No ranking do mercado de terras, de acordo com o analista, as áreas de eucalipto, no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, e no Piauí também são destaque.São PauloAs terras agrícolas em Campinas, de acordo com Lopes, estão mais valorizadas do que áreas em Ribeirão Preto, onde o preço médio por hectare está cotado a R$ 30 mil. A variação de preços de áreas em Campinas estão entre R$ 30 e R$ 40 mil por hectare.No Estado de São Paulo, a valorização das terras em 36 meses foi de 6,6%, e em 12 meses, 0,4%, de acordo com dados da AgraFNP.

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