• Já está mais do que na hora de se fazer da cabotagem no Brasil uma realidade compatível com a nossa dimensão continental. Um país com extensão de costa com quase 8.000km, e que considerando suas reentrâncias alcança 9.200km, poderá ligar seus extremos norte e sul distantes quase 7.500km...

  • A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) projeta uma expansão do comércio marítimo mundial a uma taxa de crescimento anual média de 3,8% entre 2018 e 2023. Volumes em todos os segmentos são previstos crescer, com os melhores desempenhos nos contêineres e granel sólido.

  • Em toda negociação comercial, os países participantes têm interesses ofensivos, normalmente vinculados aos seus setores produtivos mais competitivos, e interesses defensivos, relacionados aos seus setores econômicos mais frágeis e que precisam de proteção para se desenvolver.

  • A ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários)  é  uma autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério dos Transportes. Constituem a esfera de atuação da ANTAQ a navegação fluvial, lacustre, de travessia, de apoio marítimo, de apoio portuário, de cabotagem e de longo curso; além dos portos organizados, dos terminais portuários privativos e do transporte aquaviário de cargas especiais e perigosas. A Agência é presidida por três membros, e deve observar as prerrogativas do Comando da Marinha, atuando sob a orientação desse órgão em assuntos de Marinha Mercante que interessarem à defesa nacional, à segurança  da navegação aquaviária e à salvaguarda da vida humana no mar.

  • São bem interessantes e positivas as ações em prol da navegação de cabotagem incentivadas pela Associação dos Usuários dos Portos do Rio de Janeiro (Usuport-RJ). Contudo, os resultados desejáveis param ou esbarram nas "âncoras" da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

  • O transporte marítimo tem uma importância fundamental para o desenvolvimento do Brasil. O futuro do País será promissor caso sejamos ambiciosos em nossa visão. Ao focarmos os quase 8 mil quilômetros de costa brasileira, com grande diversidade de portos públicos e privados, somos capazes de projetar um horizonte repleto de oportunidades

  • Nas "águas" do Programa de Estímulo ao Transporte de Cabotagem – BR do Mar, iniciativa do governo Bolsonaro, Nelson Carlini faz, em artigo exclusiva publicado no Portogente, uma análise com precisão da conjuntura da nossa navegação costeira.

  • Navegação de cabotagem poderá voltar a ter papel destacado nas viagens marítimas costeiras, na gestão do ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas. Até meados da década de 1950, o transporte marítimo de passageiros no Brasil era intensamente empregado para cobrir grandes distâncias.

  • Elogiável a pauta do Ministério da Infraestrutura de incentivar a navegação de cabotagem. Porém, sempre há um porém, a quem serve esse programa? Preocupa que essa iniciativa possa se tornar mais um agravante da nossa navegação costeira ser privilégio de um pequeno grupo de grandes empresas estrangeiras, travestidas de brasileiras

  • A crise de abastecimento pela qual o Brasil atravessou em 2018 trouxe um alerta para a matriz de transporte nacional, visto que expôs a dependência do País a um único modal e demonstrou a necessidade de diversificação e a subutilização de outros modais mais eficientes, com destaque para o transporte marítimo por cabotagem e águas interiores

  • Desde 2017, representantes da Antaq e dos Correios estavam se reunindo para trocar informações para a publicação do edital. Durante esses encontros, técnicos da Agência orientaram funcionários da empresa pública sobre as peculiaridades da navegação de cabotagem

  • A Marinha do Brasil e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) assinaram acordo de cooperação para fiscalizar as operações do setor aquaviário.

  • São duas importantes alterações nas regras. A primeira diz respeito à inclusão da importação de mercadorias desembarcadas nos portos do Norte e Nordeste. A outra mudança é que os recursos arrecadados não serão mais exclusivamente investidos na Marcinha Mercante e na indústria naval brasileira

    camara insecao

  • No Brasil, a tentativa de equacionar problemas estruturais, em especial nos segmentos de logística e transporte, quando encontra empenho e boa fé por parte de autoridades e agentes públicos, não raro esbarra em erros de diagnóstico que acabam comprometendo o objetivo pretendido.

  • A modalidade registrou em março o melhor desempenho mensal do Porto e também no acumulado do primeiro trimestre de 2019. Foram movimentados 5.149 contêineres no terceiro mês deste ano. Até então, o maior volume tinha sido registrado em agosto de 2018

  • A partir da próxima segunda-feira, dia 8 de abril, o Portogente levará ao ar o espaço "Radar Usuport-RJ", criado com o objetivo de publicar textos e artigos relacionados às necessidades e desafios dos usuários dos portos brasileiros. A administração das postagens ficará por conta de André de Seixas, diretor-presidente da Usuport-RJ e um grande entusiasta das causas de importadores e exportadores no País

  • O diretor-presidente da Associação dos Usuários dos Portos do Rio de Janeiro (Usuport-RJ), André de Seixas, contribui para os debates do Esquenta WebSummit Portogente falando a respeito da estratégia de atuação da entidade de classe em relação à navegação de cabotagem

  • O projeto também exige que parte das exportações americanas de petróleo bruto e de GNL(Gás Natural Liquefeito) sejam transportadas a bordo de embarcações de bandeira norte-americana, especificamente 10% das exportações de petróleo americano após 2032 e 15% das exportações americanas de GNL após 2040 

  • A companhia de navegação Posidonia, especializada no transporte de cargas na costa brasileira (cabotagem) e longo curso, acaba de investir cerca de R$ 15 milhões na construção e recuperação de navios para atender a demanda de projetos de infraestrutura.

  • O Porto de Suape, em Pernambuco tem demonstrado em números sua força no cenário nacional. De acordo com dados divulgados nesta semana pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o atracadouro pernambucano é líder na movimentação entre os portos públicos do Nordeste, com um total de 23,6 milhões de toneladas movimentadas, e quinto no ranking nacional (+3,9% em relação a 2016).