Transporte / Logística

O maior porto da América Latina, o Porto de Santos, abriga em toda a sua extensão cinco operadoras de terminais de contêineres. A Libra Terminais é uma delas e, além de operar contêineres em Santos, através do T-37, também possui um terminal no Rio de Janeiro. E hoje, ser o maior e mais moderno terminal de contêineres do Porto de Santos exige investimento e padrão de qualidade. Há quase dez anos operando no cais santista, a Libra Terminais conquistou uma posição privilegiada: só no ano passado movimentou 450 mil contêineres. No mês, são 70 escalas de navios com a movimentação de 42 mil contêineres.

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A história de uma das maiores fornecedoras a navios do Brasil começa em 1949, quando o descendente de italianos Mansueto Pierotti se viu desempregado. A fornecedora em que trabalhava foi incendiada e, da noite para o dia, ele ficou sem trabalho. Masueto Pierotti tinha um grau de escolaridade considerado baixo para os dias de hoje. Estudou até a terceira série primária. Mas, tinha algo que nos dias atuais ainda falta a muitos profissionais considerados intelectuais: o espírito empreendedor e a honestidade.

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Luiz Alberto Costa Franco, 63, é portuário aposentado da Companhia Docas de Santos (Codesp). Santista, casado, pai de quatro filhos, este engenheiro civil especializado em Vias de Comunicações de Transportes dedicou 28 anos de sua carreira ao porto de Santos. Com quase três décadas de experiência e conhecimento, este diletante estudioso dos modelos de gestões portuárias, afirma que o porto necessita de uma “administração profissionalizada desvinculada de interesses políticos”.

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"Os caminhoneiros são muito discriminados. Muitas vezes somos tratados como vagabundos, mas é graças ao nosso serviço que o Brasil anda". A frase do caminhoneiro Eládio da Silva resume o pensamento de vários dos profissionais desta área tão importante para a economia nacional. No porto de Santos, o motorista de caminhão sofre com inúmeros problemas, que atingem desde a falta de banheiros e refeitórios até a questão da segurança, mas a maioria reconhece a importância da cidade portuária em suas vidas.

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Trabalhar confinado em um lugar sem janelas por alguns dias consecutivos não é tarefa para qualquer pessoa, mas para militares da Marinha do Brasil, chega ser até divertido e prazeroso. O capitão-de-Fragata Ahylton Garagna Junior, comandante do Submarino Tupi – S 30 declara que adora essa vida.

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