De acordo com a matéria publicada no site Folha da Região, Dias era funcionário terceirizado da empresa e estava fazendo a correção geométrica da linha (medição e alinhamento) quando foi atropelado por um vagão de manutenção da linha férrea.
Essa foi a reação do prefeito Sergio Ghignatti na solenidade em que recebeu a Portaria nº 406, de 15 de setembro de 2010, onde o Ministério do Planejamento faz a cessão de uso para o Estado do Rio Grande do Sul da área de 1.835.366 m2 do porto de Cachoeira do Sul. Foi, quinta-feira de manhã, no gabinete do prefeito, com a presença do assessor parlamentar do deputado Marco Maia, Marlon Beck, e dos secretários municipais Ronaldo Tonet, Neiron Viegas, Acélio Murat, o presidente da Câmara de Vereadores Oscar Sartório, o vice-presidente da Cacisc Paulo Learsi Correa da Silva, o presidente do Sinmetal, Adriano Caudur, e o gerente da Granol Armando Hiroshi.Porto IICom a nova área, o porto poderá crescer, receber novas indústrias e aumentar sua movimentação de carga. Com 8,2 pés de calado, o porto de Cachoeira do Sul poderá abastecer embarcações da hidrovia gaúcha com óleo de soja, biodiesel, glicerina, madeira e arroz, entre outros produtos da região. A área estava sob controle da Portobrás, extinta pelo presidente Fernando Collor, em 1990, mas somente agora foi devolvida ao Estado.CarrefourDentro das comemorações dos seus 35 anos no Brasil, o Carrefour está distribuindo uma sacola em estilo retrô, cópia da que era distribuída aos clientes no ano de 1975, adaptada aos conceitos de produção sustentável e do consumo consciente da atualidade. É uma contribuição para um mundo mais preservado no futuro, segundo Renata Moura, diretora-executiva de Assuntos Corporativos do Grupo Carrefour Brasil.Novo clienteA Custom, empresa especializada em sistemas de gestão integrada para varejo, foi contratada pela rede Big Center Festa para integrar sua mais nova loja – inaugurada dia 15 de setembro no Centro de Porto Alegre. A Big Center Festa comercializa por atacado e varejo produtos para festas e brinquedos e também possui uma loja de roupas infantis. CimentoSe a construção civil brasileira crescer como se prevê e começar a faltar cimento, os brasileiros poderão importá-lo da Argentina. O fabricante argentino Loma Negra comunicou à presidente Cristina Kirchner investimento de US$ 50 milhões no aumento da produção. A empresa já havia aplicado US$ 28 milhões em novos equipamentos para a fábrica na cidade de Olavarria, em Buenos Aires.ExpansãoCarmen Ferrão, superintendente de marketing e vendas da Lojas Pompéia, está entusiasmada. Promete dobrar, em cinco anos, o número de lojas, passando das 100 unidades. Até o final deste ano, inaugurará mais quatro.SucessoUm dos projetos de apoio ao aumento de exportações brasileiras que mais sucesso obteve é o Wines of Brasil, da Apex-Brasil com o Instituto Brasileiro do Vinho. Várias vinícolas, inclusive pequenas, começaram a exportar seus vinhos para o mundo. As grandes, como a Valduga, também comemoram. A diretora da Casa Valduga, Juciane Casagrande, informou os avanços que a vinícola alcançou. “Temos 300% de aumento nas vendas do ano passado para cá. Estamos construindo um espaço que não existia que é o Vinho do Brasil.” SementesA Brasil Sementes e Tecnologia (BST), empresa especializada em peletização, priming, incrustamento e desinfecção de sementes, está concluindo a ampliação da sua estrutura em Santa Cruz. A obra do novo complexo industrial – que passa de 360 para 960 metros quadrados, no bairro Rauber – permitirá dobrar a capacidade atual de produção – de duas toneladas de sementes nuas e 60 toneladas de produto final, após a peletização – bem como o seu faturamento em relação a 2009. A BST completa 10 anos em 2010.Hotel novoBento Gonçalves vai ter novo hotel. A GJP Hotéis e Resorts marcou para 1 de dezembro a abertura do Viverone Hotel, em Bento Gonçalves. O empreendimento terá 121 apartamentos distribuídos em 14 andares, além de restaurante e estrutura para convenções. É a força do turismo do vinho, no Vale dos Vinhedos, atraindo empreendimentos.ConsumidoresLojista que não cumprir a Lei nº 12.291/2010, que obriga cada estabelecimento ter um exemplar do Código de Defesa do Consumidor, poderá sofrer multa de R$ 1.064,10. Esta lei, no entanto, não vai funcionar, segundo a advogada Luciana Medeiros Botta, da Stifelman Advogados, por vários motivos. Primeiro, não será na hora da compra que o consumidor vai se informar sobre o assunto; segundo, poucos entenderão a linguagem jurídica do documento; terceiro, mais de 28% da população brasileira, entre 15 e 64 anos, são considerados analfabetos funcionais, isto é, leem e não entendem. Só campanhas educativas mudarão a situação.Au-AuA rede Au-Au Lanches, que há 35 anos vende seu tradicional cachorro-quente no Paraná, vai investir no Rio Grande do Sul. Depois de abrir duas lojas em Santa Catarina, está procurando interessados no Estado.O Dia
O município de Itajaí deverá ser contemplado, em 2016, com um porto da Petrobras para dar suporte logístico às operações do pré-sal. A informação é do gerente-geral de Exploração e Produção da companhia, Ricardo Albuquerque Araújo, e foi transmitida durante palestra, nesta quinta-feira, na Rio Oil & Gas, mostra internacional do setor que acontece no Rio de Janeiro.
Clique aqui para acessar o e-book "Portos brasileiros: área de influência, ranking, porte e os principais produtos movimentados", de Carlos Alvares da Silva Campos Neto. A edição é de 2006, feita pelo Instituto de Pesquisa Ecônomica Aplicada e tem 49 páginas.
A reunião ocorreu no último dia 10, em Pelotas (RS), e teve por objetivo discutir o tema “Hidrovia Uruguai-Brasil”, com a avaliação do Acordo de Navegação assinado pelos dois países e a definição de estratégias para implantação da hidrovia da Lagoa Mirim. Na oportunidade, foram definidas as providências a serem adotadas pelo lado brasileiro e a preparação para a próxima reunião da Comissão Mista Brasileiro-Uruguaia, que deve acontecer no mês que vem.A coordenação da reunião ficou a cargo do Ministério da Integração Nacional e contou com participação de representantes do Itamaraty, do Ministério dos Transportes, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Administração das Hidrovias do Sul (AHSUL), da agência local de desenvolvimento da Lagoa Mirim (ALM), de professores ligados à Universidade Federal de Pelotas e da ANTAQ.A Agência foi representada na reunião pelo especialista em Regulação de Transportes Aquaviários da Gerência de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior, José Allama. Além da questão da hidrovia, foram tratados, em fóruns específicos, temas relacionados ao desenvolvimento da bacia da Lagoa Mirim, tais como recursos pesqueiros, saneamento, meio ambiente e a proposta de data para a próxima reunião da Comissão Mista Brasil-Uruguai.Acordo internacionalRecentemente, os presidentes brasileiro e uruguaio assinaram um acordo para o transporte fluvial e lacustre internacional de carga e de passageiros na Hidrovia Uruguai-Brasil. A efetiva implantação da hidrovia depende de esforços bilaterais para preparação da infraestrutura necessária, tais como dragagens, construção de terminais, sinalização, melhorias na hidrovia e na interconexão com outros modais. Pelo lado brasileiro, os investimentos estão previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e já estão em andamento. No lado uruguaio, também há a necessidade de investimento na infraestrutura da lagoa e nos seus dois principais afluentes: os rios Cebollati e Taquari.A Lagoa Mirim apresenta interesse binacional, uma vez que 47% de sua superfície está em território brasileiro, no Estado do Rio Grande do Sul, e o restante no Uruguai. Trata-se de águas de interior, com divisa internacional. É também denominada “mar de dentro”, a considerar o grande volume de água da região, ainda mais quando combinada com a Lagoa dos Patos e a da Mangueira.Ligando a Lagoa Mirim à dos Patos existe o Canal de São Gonçalo. Uma ligação natural de 76 km de extensão, alcançando até 300 metros de largura, com uma profundidade mínima de cinco metros.O implantação da hidrovia da Lagoa Mirim permitirá ampliar o comércio entre os dois países, contribuindo para o desenvolvimento da região da Lagoa e de sua hinterlândia. A partir dessa rota lacustre, os produtores uruguaios poderão alcançar o porto de Rio Grande, com saída através da cabotagem para os 8.500 km de costa brasileira, ou para a navegação de longo curso, em mercados internacionais.Pode, ainda, por via flúvio-lacustre, chegar a capital gaúcha e ao porto de Estrela, no interior do Estado, onde existe a intermodalidade com a ferrovia, com capacidade de alcançar os mercados consumidores do centro do país. Em sentido oposto, os produtos brasileiros podem alcançar o mercado uruguaio.Visita à eclusa de São Gonçalo