Quarta, 25 Fevereiro 2026
Em vez de retomar as negociações e chegar a um acordo, pressionado pela força da greve dos bancários, o Santander Real decidiu apelar. Numa atitude irresponsável, o superintendente da Área Operacional do banco, Luiz Carlos de Freitas, arrombou a porta lacrada que liga as instalações do Realzão às da Eletrobrás, no prédio da Avenida Rio Branco com Presidente Vargas. O objetivo foi abrir a passagem à força para permitir a entrada de um grupo de bancários do prédio, driblando o comitê de convencimento, postado em frente à unidade.

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A primeira linha de produtos Google TV começa a virar realidade, com o lançamento da set-top box Revue, da Logitech, bem como demais acessórios, como uma câmera para videoconferência em alta definição diretamente pelo televisor.A novidade conecta-se a qualquer televisão com uma porta HDMI, permitindo o acesso aos serviços do Google TV pela Internet, e acompanha um teclado com touchpad que funciona também como controle remoto.

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São Paulo - O ITM, na zona oeste, onde funciona a maior parte do teleatendimento do Itaú Unibanco, ficou praticamente desativado nesta quinta-feira 7, nono dia de greve nacional por tempo indeterminado.“Os bancários do ITM estão muito descontentes com as condições de trabalho e com a proposta da Fenaban. Todos foram chegando e imediatamente aderindo à paralisação”, disse o diretor da Fetec-CUT Antonio Soares, o Tonhão, que estava no local desde as primeiras horas da manhã.Das 9h às 11h, os bancários que estavam do lado de fora do prédio curtiram um show da sambista Adriana Moreira. “Depois, quem ainda estava por ali foi embora para casa. Os bancários estão de parabéns pela adesão ao movimento”, disse o dirigente sindical.

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A proibição do uso de celulares nas agências não impede a visualização dos saques em dinheiro dos clientes e a prática do crime de "saidinha de banco". A avaliação é do coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária e secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr, que critica o projeto de lei, de autoria do deputado Domingos Brazão (PMDB), aprovado na terça-feira, dia 5, pelo plenário da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O governador Sérgio Cabral tem prazo de 15 dias para sancionar ou vetar a lei.Clique aqui para ler a íntegra do projeto de lei aprovado.A iniciativa do parlamentar proíbe o uso de celulares, radiotransmissores, palm tops e similares nas agências do Estado. Também determina que bancários e vigilantes fiquem responsáveis pela proibição e as agências deverão divulgar a legislação em cartazes afixados no seu interior. "Além de não evitar a visualização dos saques, o projeto erra ao responsabilizar bancários e vigilantes para fiscalizar o cumprimento da lei, uma vez que essa não é uma atribuição dos bancários e os vigilantes exercem outras tarefas importantes que não podem ser abandonadas, sob pena de fragilizar ainda mais as precárias condições de segurança dos estabelecimentos", afirma o diretor da Contraf-CUT. "A fiscalização prevista é impraticável", avalia.A "saidinha de banco" é um golpe que começa dentro das agências e é consumado quando o cliente saca dinheiro e é abordado pelos ladrões no estacionamento, na calçada ou na rua. "Esse crime não é somente problema de segurança pública, como defendem alguns bancos, mas também precisa ser enfrentado por eles, através da ampliação de equipamentos de prevenção, como divisórias individualizadas entre os caixas e biombos entre as filas de espera e os caixas, além das portas de segurança com detectores de metais antes do autoatendimento, câmeras de filmagem e vidros blindados nas fachadas", ressalta Ademir.O deputado disse que se baseou em legislação semelhante que há na Argentina. A expectativa do parlamentar é que, do mesmo modo que a população se adaptou à proibição de celulares em cinemas ou teatros, também se acostume a não usar os aparelhos dentro das agências."O parlamentar mostra que não conhece o funcionamento das agências, onde o celular é hoje um importante meio de comunicação para os clientes, enquanto esperam nas filas por falta de funcionários, bem como virou um instrumento de trabalho aos bancários para contatar clientes e usuários", explica o dirigente sindical. "Imagine deixar, por exemplo, um médico incomunicável quando vai ao banco", alerta.A proibição do uso de celulares já foi objeto de discussões em vários encontros de bancários, porém a medida nunca foi aprovada como reivindicação para combater a "saidinha de banco". Projetos semelhantes viraram leis municipais em algumas cidades do País, como Curitiba e Salvador, sem apoio de bancários e vigilantes. Na avaliação do dirigente da Contraf-CUT, "a solução passa pela ampliação dos equipamentos de segurança nos bancos, cujos lucros astronômicos permitem mais investimentos, e pela melhoria da segurança pública, o que também é possível". A "saidinha de banco" provocou 7 das 18 mortes em assaltos envolvendo bancos nos primeiros nove meses de 2010 em todo país, conforme pesquisa feita pela Contraf-CUT com base em informações publicadas na imprensa. "A proteção da vida das pessoas precisa ser colocada em primeiro lugar", conclui Ademir.

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Já falta dinheiro em caixas eletrônicos de agências bancárias da Capital. Na manhã de ontem, dos 14 terminais de autoatendimento da Caixa Econômica, na Avenida Bezerra de Menezes, apenas dois tinham dinheiro e ofereciam o serviço de saque. Placas com os dizeres "Sem saque" estavam pregadas para informar os clientes que sofrem desde o começo da greve dos bancários, há oito dias.No Banco do Brasil da Praça dos Correios, no Centro da Cidade, por exemplo, apenas dois disponibilizavam o serviço. "Já venho de duas agências bancárias para sacar minha aposentadoria e só encontro muita fila e poucos caixas eletrônicos com dinheiro. Não pode faltar grana, tem de abastecer sempre, com ou sem greve", afirmou o aposentado José Nunes, 69, que acrescentou estar sofrendo prejuízos com a paralisação.Po ser início de mês, o fluxo nos caixas eletrônicos aumentou. É gente tentando sacar aposentadoria, outros querendo fazer pagamentos, saque, enfim, muitos serviços bancários que causaram filas e muita demora na agência da Caixa Econômica na Avenida Bezerra de Menezes, por exemplo. Na fila há cinquenta minutos, a assistente administrativa Adelita Brilhante, 30, reclamou da falta de dinheiro nos terminais de autoatendimento e lamentou ter de esperar tanto, tendo vários outros caixas livres, mas sem serviço disponível para saque.SaquesCom esse desabastecimento, quem fatura são as lotéricas, que "abarcam" a demanda e a insatisfação de clientes que procuram as agências bancárias para fazer saques e não conseguem. "Com a greve, aumentamos em 40% os nossos atendimentos. Muitos nos procuram para tirar dinheiro, pois não estão conseguindo nas poucas agências que estão com os caixas eletrônicos funcionando", disse o proprietário de uma casa lotérica na Bezerra de Menezes, Carlos Aquino Ferreira. Sem poder fazer depósito bancário pela ausência de envelopes, a professora aposentada Maria Gorete de Almeida, 57, recorreu à lotérica e teve de ter paciência para ser atendida. "É fila em todo lugar, tanto nos bancos, como nas lotéricas e nos caixas eletrônicos dos shoppings centers", criticou.A demora nos atendimentos não se dá apenas nos bancos públicos. Nos privados, também é precário. No Banco Itaú, da Rua São Paulo com Floriano Peixoto, por exemplo, aposentados e pensionistas sofreram não apenas com a dificuldade de fazer saques nos caixas eletrônicos, mas também com a demora no atendimento. Só entravam dez por vez para serem atendidos por apenas um bancário."Estou aqui na fila há mais de uma hora e não peguei meu dinheiro ainda. Preciso comprar comida para fazer o almoço e não tenho nada", lamentou a aposentada Francisca Maria do Nascimento, 74.PrecarizaçãoPara o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, Carlos Eduardo Bezerra, esse fato da falta de dinheiro nos caixas eletrônicos das agências não se deve à greve, mas sim há um problema já existente mesmo antes da paralisação: o da terceirização dos funcionários e serviços bancários."Essa prática gera uma precarização dos serviços e uma queda na qualidade. Não reivindicamos apenas uma melhoria salarial, mas também serviços mais eficazes, humanização no atendimento e aumento da segurança e da qualidade de vida dos trabalhadores", pontuou o presidente do sindicato.Conforme a assessoria de comunicação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), o problema tem de ser visto como algo pontual.

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