Radar Usuport RJ

Desde a segunda metade do Século XIX até a década de 1930, o Brasil experimentou excelentes e pioneiras iniciativas na navegação de cabotagem e na indústria naval que, infelizmente, sucumbiram ante a políticas equivocadas e a burocracia

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Atuando no setor há quase quarenta anos, primeiro como piloto de navios mercantes durante quatro anos no longo curso, tendo viajado para vinte e sete países, inclusive transportando contêineres, e desde 1992 como advogado e professor, nunca imaginei que pudesse me deparar, nessa fase da vida, com absurdos no shipping tupiniquim, especialmente quando se trata de regulação econômica

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Entre 1995 e 2018 as companhias docas brasileiras deveriam ter investido R$ 24,4 bilhões (valores atualizados para janeiro de 2019), conforme dados obtidos nos Balanços Anuais da União. Apesar dessa previsão orçamentária, o Governo Federal investiu apenas 26,4% desse valor, pouco menos de R$ 8,7 bilhões

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As sobre-estadias de contêineres (demurrages e detentions) representam um dos mais elevados custos para os usuários, uma verdadeira sangria, com potencial de quebrar pequenas e médias empresas, que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), covardemente, se recusou a regular deixando os embarcadores, exportadores e importadores entregues à própria sorte, nas mãos de armadores estrangeiros, em um mercado altamente concentrando, que se caracteriza por ser um oligopólio

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A partir da próxima segunda-feira, dia 8 de abril, o Portogente levará ao ar o espaço "Radar Usuport-RJ", criado com o objetivo de publicar textos e artigos relacionados às necessidades e desafios dos usuários dos portos brasileiros. A administração das postagens ficará por conta de André de Seixas, diretor-presidente da Usuport-RJ e um grande entusiasta das causas de importadores e exportadores no País

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