Transporte / Logística

Com embarcações operando incessantemente para dar conta do intenso comércio marítimo mundial, é comum que aconteçam falhas em peças, engrenagens ou partes de sistemas de equipamentos tão requisitados. Para realizar reparos ou mesmo evitar que essas falhas ocorram, o setor de manutenção naval requer muita experiência na detecção de problemas e atualização constante para estar a par das novas tecnologias implantadas. Esse segmento abrange a manutenção preventiva e a corretiva – acionada no caso de panes ou acidentes.O engenheiro mecânico e gerente da Coimbra Reparos Navais, Gilberto Dória, explica a importância da atividade através da complexidade de um navio. “O navio é uma cidade que anda de porto para porto. Ele precisa de manutenção para que tudo funcione perfeitamente”. No ramo desde 1992, ele destaca que as tarefas diárias abrangem reparos não apenas em navios, mas também em guindastes - a especialidade da Coimbra - e demais equipamentos de elevação e transferência de carga.

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A crescente expansão de setores como a indústria química tem aumentado a movimentação de produtos perigosos no Brasil. É cada vez mais comum ver grandes contingentes de caminhões transportando produtos inflamáveis, efluentes químicos, ácidos e cargas explosivas. Caso esse transporte não seja feito com a segurança e o controle necessários, o meio ambiente e a saúde pública acabam sofrendo sérios riscos. Isso porque muitos desses produtos são cancerígenos, enquanto outros podem provocar lesões que vão desde problemas de pele a deformações físicas. Os cuidados imprescindíveis no transporte desse tipo de mercadoria também são fundamentais nas operações da atividade portuária. Cargas perigosas estão cada vez mais presentes e em maior volume nos portos do Brasil. O Porto do Rio Grande, um dos principais e mais modernos do País, movimentou, sozinho, 4.021.482 de toneladas de produtos perigosos no último ano.Em Rio Grande, as cargas perigosas mais movimentadas em 2006 foram o petróleo cru e o óleo combustível. Juntos, eles ultrapassaram mais de um milhão de toneladas que circularam no Porto Novo - instalação situada em frente ao cais comercial e especializada em carga geral. Outros produtos que passam com bastante freqüência pelo terminal do Cone Sul são o ácido sulfúrico, essencial para a composição de fertilizantes e adubos, e o butano, além de muitos outros tipos de combustíveis.Citando a importância do manuseio das mercadorias perigosas, o diretor-superintendente do Porto de Rio Grande, Bercilio Luiz da Silva, afirma que o Ogmo local investe muito na qualificação da mão-de-obra e capacita os trabalhadores portuários a lidar com esse tipo de situação. “O Ogmo de Rio Grande, inclusive, é referência em todo o País”.

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Tudo na vida do jovem Vitor Araújo é precoce. Iniciou sua vida profissional como office-boy em uma agência de navegação, localizada no centro de Santos, aos 15 anos. Aos 18, teve duas gratas surpresas, daquelas inesquecíveis. A primeira, quando recebeu o convite para ser visitador de navio. “Fiquei com receio. Eu queria, mas o meu inglês ainda não era tão bom. O meu ex-gerente me tranqüilizou e disse que se tivesse dúvida no momento de conversar com o comandante, era para eu telefonar”.

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CLASSES   SUBCLASSES CRITÉRIOS 1- Explosivos   1.1, 1.2, 1.3, 1.4, 1.5 e 1.6   Descarga ou embarque direto   2- Gases   2.1 e 2.3   Descarga ou embarque direto    2.2   Poderá ser armazenado em função das condições disponíveis do terminal,a critério da Autoridade Portuária.   3- Inflamáveis líquidos   3.1 e 3.2 FP < 0º C   Descarga ou embarque direto.    3.2 F P > 0 º C Quando em contêiner, sem desova no Porto, poderá ser armazenado em função das condições disponíveis do terminal, a critério da Autoridade Portuária.    3.3   Poderá ser armazenado em função das condições disponíveis do terminal, a critério da Autoridade Portuária.   4- Sólidos Inflamáveis 4.1, 4.2  e 4.3 – Grupo de Risco I   Descarga ou embarque direto    4.1, 4.2 e 4.3  – Grupo de Risco II  Quando em contêiner, sem desova no Porto, poderá ser armazenado em função das condições disponíveis do terminal, a critério da Autoridade Portuária.    4.1, 4.2 e 4.3  – Grupo de Risco III   Poderá ser armazenado.   5 – Oxidante e Peróxidos   5.1 e 5.2 – Grupo de Risco I Descarga ou embarque direto.   5.1 e 5.2 – Grupo de Risco II    Quando em contêiner, sem desova no Porto, poderá ser armazenado em função das condições disponíveis do terminal, a critério da Autoridade Portuária.    5.1 e 5.2 – Grupo de Risco III Poderá ser armazenado.   6- Substâncias venenosas e Infectantes   6.2 - Infectante Grupos de Risco I, II e III   Descarga ou embarque direto.    6.1 -Veneno Grupo de Risco I   Descarga ou embarque direto.    6.1-Veneno Grupo de Risco  II   Quando em contêiner, sem desova no Porto, poderá ser armazenado em função das condições disponíveis do terminal, a critério da Autoridade Portuária.    6.1- Grupo de Risco III   Poderá ser armazenado.   7- Radioativos  Descarga ou embarque direto com a autorização CNEN e presença de Supervisor de Proteção Radiológica, devidamente credenciado conforme a Norma 3.03 da CNEN.   8- Corrosivos   Grupo de Risco I  Descarga ou embarque direto.    Grupo de Risco II   Quando em contêiner, sem desova no Porto, poderá ser armazenado em função das condições disponíveis do terminal, a critério da Autoridade Portuária.    Grupo de Risco III   Poderá ser armazenado.   9- Substâncias Perigosas Diversas    Descarga ou embarque direto ou armazenagem no Porto em função de suas características, das condições disponíveis do terminal, a critério da Autoridade Portuária. Cargas Perigosas Refrigeradas   Descarga ou embarque direto

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O processo da fumigação é executado diariamente por 156 empresas que atuam no setor em todo o Brasil. Sem isso, seria impossível movimentar diversos produtos que cruzam estradas e oceanos para chegar aos mais variados países e continentes. A importância do serviço pode ser medida pelas razões acima mencionadas. Fumigar produtos é um processo complexo, que exige atenção redobrada dos profissionais envolvidos nesta atividade.

Segundo o engenheiro florestal e aplicador da empresa Sitec Fumigação, Alziro Antônio Camargo, o processo de fumigação pode ser caracterizado pela aplicação de gases em embalagens de madeira ou em determinados produtos que necessitam ser tratados. “O serviço é realizado em recintos fechados. O processo ocorre dentro de contêineres, em armazéns, silos, porões de navios e nas próprias áreas de atuação da empresa que solicitou o serviço”.

A fumigação é realizada por exigência de órgãos fitossanitários de muitos países, inclusive o Brasil, com objetivo de impedir a circulação de pragas de alto risco ou fungos que possam causar prejuízos para a economia. As empresas que atuam no setor em todo território nacional são credenciadas junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, mantendo a padronização sobre os serviços executados.

Gases
Os gases mais utilizados para a fumigação são o brometo de metila – armazenado em cilindros e usado, principalmente, nas aplicações feitas em contêineres e em produtos de madeira – e a fosfina – em forma de pastilhas, usada em porões de navios e silos. No entanto, nada impede que um gás seja utilizado onde se costuma aplicar outro tipo de produto. Todos mantêm a mesma eficácia.

Todas as operações envolvendo o serviço de fumigação exigem o uso de máscaras, botas, capacetes, coletes reflexivos, cones de segurança e placas de advertência. Tudo para garantir a segurança do trabalhador.

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