O planejamento estratégico foi banalizado e burocratizado. A maioria dos planos estratégicos nada mais são que preenchimento de um formulário padrão, do tipo SWOT, com frases e palavras comuns.

Todas as empresas tem, quase as mesmas visões e missões. O planejamento é desenvolvido de forma linear, como se dependesse apenas da própria empresa. Isso não existe.

Estratégia é arte da guerra. Existe para conquistar mercados e vencer concorrentes. É uma atividade de luta, da qual resulta verncedor e perdedor.

Para avaliar ameaças e oportunidades, é preciso desenhar cenários futuros, com a avaliação do jogo de forças. Não adianta formular estratégias "sem combinar com os russos".

Cenários econômicos são a base do planejamento empresarial, mas esses - neste momento no Brasil - decorrem de cenários políticos. Sem compreender devidamente como funcionam os interesses dentro do Congresso Nacional, nada será aprovado.

Quem tiver interessado em conhecer melhor o tema, tenho analisado os "Cenários Bolsonaro", no meu blog Inteligência Estratégica, na parte dos artigos: https://iejorgehori.blogspot.com

Jorge Hori é consultor com atuação em planejamento estratégico, organização empresarial e políticas de recursos humanos, formado em Administração e Ciências Sociais pela Escola Brasileira de Administração Pública

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