Quarta, 25 Fevereiro 2026
Chegou uma novidade incrível aqui na redação da CAPRICHO, o último lançamento da editora Intrínseca: o livro “Crepúsculo: Graphic Novel” Volume 1. Ele é uma adaptação fiel em quadrinhos da história de “Crepúsculo” de Stephenie Meyer. Os quadrinhos foram inspirados no livro, então os personagens não são muito parecidos com os atores do filme, mas até que tem uma uma semelhança, não acham?

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A Marinha do Brasil e a Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) autorizaram o início das operações no trecho de 300 metros (de um total de 410 metros) do novo cais do Porto de Imbituba, cuja obra foi concluída em novembro. Agora, resta apenas a liberação pela Receita Federal para que as operações realizadas nos outros 250 metros de cais sejam transferidas para a nova estrutura, a fim de que se execute a obra de alargamento em mais 12 metros do trecho antigo. Desta forma, ainda no primeiro semestre de 2011, o Porto de Imbituba contará com um cais acostável de 660 metros de extensão e 50 metros de largura.

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Jeziel Pamato de Souza, administrador do Porto de Imbituba, recebe medalha Amigo da Marinha do Capitão de Corveta André Luiz dos Santos e Silva

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A Great Place to Work pesquisa o mercado e publica a lista das melhores empresas para se trabalhar em diversos países. No Brasil, a listagem é publicada pela revista Época. As empresas pernambucanas ou de outros lugares que têm filiais aqui e quiserem participar do prêmio devem buscar mais informações através do e-mail [email protected]/* */ ou pelo telefone 3221-8814.

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SÃO PAULO - As medidas anunciadas na semana passada pelo Banco Central, como o aumento na taxa de pagamento mínimo do cartão de crédito, elevação dos compulsórios e agora a diminuição de crédito para o financiamento de automóveis, farão com que bancos e empresas deem mais atenção para linhas mais baratas de crédito.Para o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) Fábio Barbosa, o mais correto seria o governo criar medidas que incentivem o crédito a longo prazo, assim as instituições financeiras teriam fôlego para passar por esse aperto econômico, que tem o intuito de conter a inflação, hoje em 4,5%, e por consequencia reduzir a taxa básica de juros (Selic).Enquanto as medidas não saem das mesas de discussão, os bancos buscam formas de manter seus lucros com a criação de novas linhas de crédito.Dentre as já existentes no mercado vale destacar as direcionadas aos fornecedores e clientes de grandes empresas, como a vendor e a compror, que tem taxas de juros mais baixas que variam de 13,35% a 92,29% ao ano.Na última segunda-feira, o Itaú Unibanco ampliou suas linhas de financiamento compror e passou atender também a setores como as montadoras, franquias e as empresas que trabalham com frotas. Agora a instituição passa a operar com a linha Compror Floor Plan, específica para as concessionárias adquirirem novos automóveis.As franquias contam agora com o Compror Franquias, que permite a compra de grande volume de produtos de um único fornecedor com prazo maior para quitação do débito.Já o Compror Combustível CTF oferece limite de crédito exclusivamente para empresas que operam com frotas de carros, caminhões ou ônibus que utilizam o sistema Controle Total de Frotas (CTF ) . O objetivo é financiar o pagamento de combustível adquirido nos postos Ipiranga e da BR Distribuidora conveniados ao Sistema CTF. Segundo Carlos Maccariello, diretor da área de Empresas do Itaú Unibanco, em nota divulgada a imprensa, as novas modalidades ajudam no crescimento da cadeia produtiva do País."O interessante do programa de crédito Compror é que apresenta vantagens para as duas pontas, tanto para os fornecedores, quanto para as empresas compradoras. A linha de crédito movimenta a cadeia produtiva e incrementa a economia como um todo", explica o diretor.Para o professor de Administração da ESPM, Andreas Corsi, as modalidades vendor e compror são boas opções às empresas que querem juros mais baixos ao contratar financiamentos."O vendor e o compror têm juros baixos e IOF também, mesmo sendo novas, são boas opções às empresas", explica Corsi.O professor, quando questionado se as mudanças no sistema de concessão de crédito pelo Banco Central (BC), afetariam a estabilidade dos bancos, disse que o consumo mais baixo com certeza fará com que todos os setores diminuam as suas projeções para o próximo ano. "As medidas do BC querem evitar o aumento da inflação e mais para frente reduzir a taxa básica de juros. Com esses cortes, aumento de compulsórios e outros fatores farão com que o consumo caia bastante", explica.O especialista ainda completa que os bancos terão de melhorar suas taxas para atrair mais empresas e por consequência contratar mais linhas de financiamento. "Os bancos vão sofrer com todas essas medidas, pois para conseguir mais adeptos a modalidade, eles terão de melhorar as taxas de juros", diz.

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