• O trabalho nos terminais privados, em muitos casos, é pago em valores mais baixos em comparação aos terminais do porto organizado, e com esta decisão, acaba tornando-o mais precário, pois expõe os trabalhadores a riscos como qualquer outro, sem lhes proporcionar a devida compensação por isto

  • Embora seja difícil de escrever e de falar, Odebrecht passou a ser uma palavra muito presente no cotidiano dos brasileiros. Ainda que não seja a única companhia corruptora do País, no momento passou de expoente dos negócios para vilã da sociedade

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  • O recurso foi protocolado em janeiro de 2009 pelo Órgão Gestor de Mão-de-Obra do Serviço Portuário Avulso do Porto Organizado de Paranaguá e Antonina (OGMO/PR), com o objetivo de questionar acórdão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que garantiu o pagamento do adicional de 40% aos avulsos

  • Um dos principais objetivos do recém nomeado diretor do CENEP será o incremento dos cursos de aperfeiçoamento. "Estamos diante de um mercado que se revela cada vez mais competitivo, o que impõe aos trabalhadores do setor uma capacitação contínua e sempre atual, sobretudo em razão dos modernos equipamentos, máquinas e procedimentos de manipulação de cargas que exigem habilitações específicas"

  • O estivador é um trabalhador portuário autônomo que exerce uma atividade árdua e perigosa, a bordo do navio. Sua remuneração é por dia de trabalho, conforme estabelecido pela Convenção Coletiva de Trabalho, de 1997

  • No mês de dezembro, as gerências de Meio Ambiente e de Operações realizaram através da Superintendência do Porto de Itajaí (SC), mais uma sequência de treinamento para simulado de emergência.

  • OGMO é a sigla que designa Órgão Gestor de Mão de obra. São entidades sem fins lucrativos que atuam no setor portuário, possuindo caráter administrativo, fiscalizador e profissionalizante

  • Aumentar a competitividade dos portos para ajudar o desenvolvimento do País implica em qualificar sua principal força motora, que é o trabalhador. A opinião é do presidente da Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários (Fenccovib), Mário Teixeira, que admite conquistas, mas também o muito que se precisa fazer para valorizar a mão de obra diante dos novos processamentos de carga, de equipamentos e a modernização das embarcações.

    O sindicalista acha que a Lei dos Portos 12.815, implantada em 2013, avançou ao explicitar “a necessidade de qualificação dos trabalhadores e a obrigação das operadoras promoverem formação profissional”. Mas diz que, na prática, “os portuários querem revisão e modernização nos planos, nos currículos e na forma de aplicação dos cursos de qualificação”.

    Segundo o dirigente, as categorias reivindicam a criação de centros de treinamentos regionais que disponham de simuladores modernos para capacitar operadores de portêineres, MHC (guindaste móvel), transtêineres, pontes rolantes, empilhadeiras modernas etc. E acrescenta: “Queremos a melhoria do grau de escolaridade dos portuários, com aplicação de curso de língua estrangeira.”

    Fórum
    O dirigente considera o Fórum Nacional Permanente de Qualificação do Trabalhador Portuário um ponto de apoio para alavancar essas questões. “É nessa instância que a segurança nas operações portuárias, no que diz respeito à mão de obra dos trabalhadores – principalmente no âmbito do Órgão Gestor de Mão de Obra(Ogmo) – tem sido tratada.”

    Instituído pelo Decreto 8.033/2013, o fórum é composto por representantes de trabalhadores, operadores e vários

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  • O presidente da Federação dos Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios (Fenccovib), Mário Teixeira, foi um dos convidados do WebSummit Portogente 2017, onde falou dos avanços e frustrações com a atual Lei dos Portos, a 12.815/13.