Quarta, 25 Fevereiro 2026
Preterido na indicação do PP para o governo de Renato Casagrande, o ex-deputado federal e ex-secretário de Turismo Marcus Vicente ameaça deixar o Partido Popular. Ele acredita que foi "vendido" pelo presidente regional da sigla, deputado estadual Nilton Baiano. Baiano conduziu as "prioridades" da sigla sozinho, sem ouvir a executiva do partido. Nilton se reuniu com o coordenador político de Casagrande, Luiz Ciciliotti e só depois de 70 dias da eleição é que comunicou ao partido as conversas em torno da formação do secretariado.

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Os interessados em trabalhar na empresa podem fazer inscrição para o processo seletivo no site da organização: www.accenture.com.br/carreiras. Os profissionais a serem contratados são, principalmente, da área de tecnologia da informação (TI), de acordo com informações da assessoria de imprensa.

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Estranha a preocupação dos manda-chuvas reunidos na COP-16 em relação às florestas. Uma entrevista com a pesquisadora Silvia Ribeiro para o Brasil de Fato ajuda a entender. Ela trabalha para a organização internacional Grupo de Ação sobre Erosão, Tecnologia e Concentração (ETC).

Silvia diz que trata-se de mais um passo para mercantilização da natureza. Segundo ela, quando os chefões do mundo pensam em florestas, não se trata de plantas, insetos, animais. Não é vida. É biomassa. Matéria prima para uma nova geração de combustíveis. A pesquisadora explica qual é a lógica:

“Hoje, nós vivemos em uma civilização baseada no petróleo, não só para combustíveis, mas toda a agricultura está petrolizada, sejam nos agrotóxicos, nas embalagens, nos plásticos. E o petróleo é matéria orgânica, ou seja, carbono. São hidrocarbonetos que estiveram milhões de anos na terra, é uma energia condensada muito forte. Das cadeias de hidrocarbonetos fazem outros polímeros. Então, a idéia é usar os carboidratos (...), fermentá-los com açúcares e, assim, produzir os polímeros que se formam através do petróleo. E já estão fazendo combustíveis e plástico, por exemplo, com milho. Não deixarão de usar petróleo, porque as petroleiras são enormes empresas, vão seguir usando até que não haja mais e, além disso, vão usar biomassa como nova fonte”.

“Assim, a demanda de biomassa será enorme no futuro e isso significa demandas enormes de terra e água. De onde vão tirar? Vão tirar de onde estão os camponeses e indígenas. No Brasil isso é muito claro. O país já é um retalho: em um lado milho, em outro eucalipto, em outro soja etc.”

É assustador, mas não passa do aprofundamento da lógica capitalista. Tudo se transforma em mercadoria. Como diz Silvia, “tudo é biomassa. Até nós”.

Leia a íntegra da entrevista aqui.

Sérgio Domingues
http://pilulas-diarias.blogspot.com

Leia também COP-16: “Planeta ou Morte”, diz Evo
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O ministro de Relações Exteriores Celso Amorim se reuniu nesta quarta-feira com seu colega australiano, Kevin Rudd, para analisar assuntos bilaterais e de interesse regional e multilateral, às vésperas da 40ª Cúpula do Mercosul, informaram fontes oficiais.

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O diretor presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wagner Breckenfeld, e o diretor comercial do Porto de Cabedelo, Francisco Paquet, participaram, no dia 03, na cidade de Paranaguá (PR), da última reunião de 2010 do Conselho Deliberativo da ABEPH - Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias. A continuidade do trabalho que vem sendo realizado pela Secretaria Especial dos Portos (SEP) da Presidência da República e a permanência do ministro dos Portos, Pedro Brito, no comando da pasta, foram temas de destaque nos debates do encontro. Na oportunidade, todos os associados mantenedores da ABEPH e convidados presentes na reunião do Conselho Deliberativo, assinaram uma carta de apoio à continuidade das ações da SEP e outra em apoio à permanência do ministro Pedro Brito na SEP. Os documentos já foram entregues à presidenta eleita Dilma Roussef. “A gestão do ministro Pedro Brito foi exemplar no que diz respeito, principalmente, ao incentivo do processo de profissionalização das companhias docas, sem contar o meio de campo que realiza entre os portos e o governo para que os terminais obtenham cada vez mais investimentos em infraestrutura. O que aconteceu é que todos reconheceram esse trabalho e, por isso, todos querem que ele continue”, observou o dirigente paraibano, que atuou de forma marcante no debate.Para ele, a futura presidente Dilma Roussef, que inclusive, já elogiou várias vezes o trabalho de Brito na SEP durante o período eleitoral, precisa fazer um balanço do que foi a administração do atual ministro e considerar a sua permanência no cargo, tendo em vista a importância da SEP para os portos brasileiros e as ações já em andamento. “Apesar do momento de indicações de nomes para integrar os ministérios do novo governo que vai tomar posse no dia 1º de janeiro, a presidenta tem que levar em consideração esse trabalho aprovado, inclusive, por todos os administradores portuários do Brasil”, argumenta Wagner Breckenfeld.

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