- Detalhes
powered by social2s
- Detalhes
Leia mais: Lovara colhe safra excepcional na Serra Gaúcha
powered by social2s
- Detalhes
Leia mais: Ceará: A luta do Cumbe
powered by social2s
- Detalhes
Leia mais: BBB11: Mauricio fica com Garota da Laje
powered by social2s
- Detalhes
Maus tratos, irregularidades no pagamento, péssimas condições de trabalho, higiene e alojamento. O episódio é triste não só pela humilhação sofrida pelos trabalhadores. O comportamento pelego da dos sindicalistas oficiais também é de chorar.
No dia 22 de março, Vagner Freitas, tesoureiro da CUT, esteve no local. Segundo reportagem de Leonencio Nossa para O Estado de S.Paulo, Freitas teria pedido aos operários que voltassem ao trabalho. O sindicalista teria dito que o "Brasil precisa de energia limpa. A obra da usina precisa voltar a funcionar, porque a sociedade está sendo prejudicada".
Em artigo publicado em 27 de março, no Globo, Eli Gaspari comentou a posição da central rival da CUT. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, admitiu a dificuldade em dar resposta aos trabalhadores. Segundo ele, “nenhuma das duas grandes centrais está habituada a lidar com multidões”.
Segundo Gaspari, as obras de Jirau e Santo Antônio empregam 38 mil trabalhadores. A multidão que realmente vem interessando aos sindicalistas é outra, diz o jornalista. É aquela formada pelos associados que lhes garantem R$ 1 milhão anual em impostos sindicais.
Nem O Estado de São Paulo, nem Gaspari merecem grande confiança. Mas, alguém duvida de que representantes da CUT e da Força Sindical tenham se prestado a um papel feio como este? Não se trata apenas desse episódio específico. O lulismo tem feito muito sindicalista abusar do direito de ser pelego.
Sérgio Domingues
http://pilulas-diarias.blogspot.com
powered by social2s
Deixe sua opinião! Comente!







