O nome fintech tem ganhado cada vez mais espaço nos investimentos, feiras de negócios e até mesmo na imprensa especializada em economia. As fintechs possuem os seus adeptos, as pessoas que as desconhecem e quem até já ouviu falar, mas se sente inseguro em fazer uma contratação, afinal, tudo o que parece ser novidade, dá uma certa insegurança quanto a sua credibilidade.

O fato é que as fintechs são tão simples e confiáveis, que é muito difícil que alguém, depois de compreendê-las, deixe de investir ou contratar um serviço, quando veem a necessidade.

Para começar, vamos a definição desse tipo de inovação. As fintechs são startups financeiras. Ficou difícil? Calma, que é mais simples do que você imagina! As startups financeiras funcionam como bancos digitais, onde o cliente pode obter todos os serviços ofertados pelo seu banco, como empréstimo, investimento, cartões, cheque, etc, mas com a comodidade de que tudo é solicitado ou contratado, pela internet.

Com as fintechs, um empresário individual ou o representante de uma grande empresa, pode, por exemplo, investir no mercado imobiliário ou solicitar um empréstimo, sem a necessidade de chegar cedo na agência bancária, com vários documentos, esperar um bom tempo para ser atendido e ainda correr o risco de não atender algum requisito básico e ter de voltar outro dia.

Com as fintechs, tudo acontece online e não há taxas adicionais por essa facilidade, pois não existe o espaço estrutural físico, como os grandes bancos, logo, é possível ofertar melhores taxas, qualidade no atendimento, eficiência e consequente fidelização do cliente.

Como as fintechs são usadas no ramo de investimentos?

Como já citado, as fintechs oferecem todo o pacote básico (e o não tão básico também) dos grandes bancos públicos e privados. Logo, elas são uma ótima opção para quem deseja investir o seu dinheiro de olho no retorno a curto, médio ou longo prazo.

Com as fintechs você pode, por exemplo, investir em LCI (Letras de Crédito Imobiliário) ou CDB (Certificado de Depósito Bancário). A primeira, como o próprio nome diz, é relacionada diretamente com o mercado imobiliário, e o segundo, envolve crédito como um todo.

O investimento em CDB funciona como um empréstimo que a pessoa faz para um banco, para que ele venha a investir. Esse valor retorna para o credor (quem emprestou o dinheiro), dentro do prazo estipulado em contrato, acrescido de juros. Os bancos costumam ter uma taxa fixa de juros e em situações específicas, podem negociá-las, mas mesmo assim, são valores baixos.

Um investimento CDB com uma fintech, permite que o credor tenha uma taxa de juros mais alta, pois, devido à ausência da estrutura física, pode oferecer melhores ofertas para os clientes, o que se tornou o principal motivo do crescimento dessas empresas.

Os outros motivos que inspiram empreendedores a investirem em fintechs, são a comodidade, menor burocracia, agilidade nos serviços, e claro, a segurança, que segue as regras da segurança digital, ou seja, as plataformas digitais das fintechs possuem criptografia avançada, a mesma usada pelos grandes bancos, para garantir segurança cibernética.

Você encontrará muitas fintechs confiáveis e consolidadas no mercado financeiro nacional. Uma delas é a fintech Magnetis.

Logo, você pode investir em uma fintech com tranquilidade, pois elas se tornaram as responsáveis pelo crescimento do mercado de investimentos no Brasil e só tendem a dominar ainda mais essa área. Para tirar a dúvida na prática, sobre o funcionamento desse tipo de startup, basta procurar uma fintech para demonstrar o que deseja e então obter o plano de investimentos que melhor atenda às suas expectativas.

Você pode continuar usando o banco e perder um dia de trabalho indo a agência quando precisar de um cheque ou decidir fazer um novo investimento, mas também pode experimentar essa inovação que tem ameaçado o reinado dos bancos gigantes do país com condições melhores. A escolha é sempre muito particular, mas opções são o que não faltam!

Pin It
0
0
0
s2sdefault
powered by social2s

*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.

O que você achou? Comente