• Consad anuncia substitutos de diretores da Codesp presos na Operação Tritão

    O dia de 31 de outubro, ao menos na Codesp, justificou ser a data em que se comemora o Halloween. Os membros do Consad passaram a manhã toda reunidos em reunião orinária previamente programada. Em razão das prisões, a pauta principal passou a ser o comando do Porto de Santos e as substituições foram rapidamente ajustadas

  • De gestão e eficiência no Porto de Santos

    Como está a apuração sigilosa relativa ao pagamento adicional indevido, na ordem de R$18 milhões, pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) aos serviços de dragagem prestados pela empresa Dragabrás, controlada pelo grupo belga Deme? Uma pergunta que só podemos fazer para o Ministério da Infraestrutura.

  • Ex-presidente da Codesp recebe habeas corpus com fiança estipulada em R$ 150 mil

    Oliva é acusado de encabeçar uma organização criminosa que, por meio de corrupção, formou cartel e fraudou licitações em contratos estabelecidos pela estatal que administra o Porto de Santos, notadamente relacionados a serviços de digitalização de documentos e dragagem

  • Fortaleza ganhará terminal de passageiros

    A cidade de Fortaleza recebe atualmente uma média de 52 cruzeiros por ano. Este número, porém, deve chegar a até 150 em 2021, uma expectativa que considera a atual taxa de expansão de 23% no volume de embarcações de passageiros recebidas anualmente. Pensando nisso, foi desenvolvido e licitado o projeto do Novo Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Fortaleza.

  • Integração - a difícil arte

    Por Antonio Maurício, engenheiro mecânico e de produção. Especialista em Planejamento e Gestão Pública; Transportes; Transportes Urbanos; Portos; Desenvolvimento Urbano e Políticas Públicas

    Tornar algo inteiro; incorporar; combinar e unir elementos para se ter um todo mais claro, produtivo e confortável; harmonizar ou unificar diversas unidades antagônicas, identificando-as e ajustando-as com os interesses e valores coletivos, reafirmando o conceito de sociedade organizada e um todo equilibrado, certamente representam a essência da integração.

    Tendo o horizonte da boa gestão, em sintonia com as melhores práticas nacionais e internacionais, submissa às clausulas pétreas residentes na nossa Constituição, o respeito à lógica Federativa e aos princípios de participação da sociedade na formulação transparente de políticas públicas, tornou-se, em 2007, com a criação do SEP, a “integração porto cidade e região”, um objeto da ação pública.

    Parte de um conjunto de problemas críticos, identificados no planejamento inicial, a “Relação Porto Cidade” apresentou-se, paradoxalmente, como um dos maiores entraves, para o desenvolvimento portuário sustentável e ao mesmo tempo em que vislumbrava-se como uma grande oportunidade.

    Esta constatação ensejou a busca do delineamento de ações de cunho ambiental, educacional, econômico e de saúde/segurança que pudessem promover o desenvolvimento da atividade portuária e sua ampla integração com a cidade e região tendo como foco a modernização e revitalização de forma adequada, completa e inclusiva.

    Assim, iniciou-se o trabalho, tendo como base a uma vasta pesquisa acerca da situação das cidades portuárias brasileiras, a sua relação com o porto que abriga e a identificação das situações de riscos e dos conflitos existentes, estas muitas vezes decorrentes da falta de

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  • Liminares e recursos prejudicam planejamento em portos e aeroportos

    Liminares, recursos e complexa legislação prejudicam expansão do Porto de São Sebastião e implantação definitiva de regras no transporte aéreo por companhias brasileiras

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  • Secretaria vai contratar estudo para avaliar desestatização do Porto de Suape

    A Secretaria de Portos anunciou nesta terça-feira, dia 9 de abril, a intenção de contratar um estudo de viabilidade para desestatizar a administração do Porto de Suape, um dos que mais movimentam contêineres no Brasil. O Porto é administrado pelo governo pernambucano e a iniciativa contaria com o apoio do governador Paulo Câmara (PSB)

  • SEP deve renovar terminais com cautela

    O terminal da Rodrimar no Porto de Santos (SP) tem interface para o mar, mas por falta de navios está subutilizado e opera como retroporto, mero pulmão para carga de outros terminais. Mesmo atuando com perda de produtividade, a operadora vem reivindicando a renovação do contrato. Diante de um comércio global e globalizado, convém ao desenvolvimento do Brasil a sustentação desse modelo paroquial prejudicial a competitividade portuária do País? O primeiro a pagar esse tipo de tolerância, de fato, será a nossa balança comercial.

    Em recente artigo na revista Port Technology, o consultor de portos Neil Davidson alerta para desafios sem precedente no enfrentamento do desenvolvimento de super navios conteineiros e a criação de grandes alianças nas linhas marítimas. E afirma que, por conseguinte, esses dois fatores correlatos estão determinando demandas significativas em portos e terminais. Traduzido em moeda, esse novo tempo significa maior custo de operação e alto custo de investimento, a serem compensados com a produtividade.

    Para otimizar o tempo do capital de giro e maximizar a eficiência da cadeia de suprimento é preciso fazer o comércio marítimo cada vez mais ágil. Segundo a britânica Dewery Shipping Consultants, a margem de EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) para operador de terminal global e internacional tem uma variação de 20-45%. Entretanto, manter essa margem será um desafio, incompatível com a baixa produtividade. No enfrentamento dessa situação, a SEP vem utilizando recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para ampliar e modernizar os acessos aos portos e fomentar investimentos em portos e terminais modernos.

    Sem sombra de dúvida, as ações do ministro dos portos, Helder Barbalho (SEP), para atrair investimentos portuários, tem sido até agora exitosas. O número de arrendamentos que antes pareciam jamais sair, estão se

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