• Representantes de empresas e entidades que utilizam ou prestam serviços no Porto de Santos se reuniram, no dia 14 último, na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), para ouvir as explicações da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp)

  • Sem explicar ainda por que pagou R$ 18 milhões pelos quase R$ 5 milhões aprovados dos valores reclamados pela Dragabrás, referentes à dragagem do canal do Porto de Santos, a diretoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) retaliou o engenheiro que não quis assinar essa conta absurda.

  • É de sobressaltar até as centenárias pedras dos cais do famoso Porto de Santos (SP), o rumo que vem tomando a explicação do disparatado pagamento de R$ 18 milhões pelos quase R$ 5 milhões aprovados dos valores reclamados pela Dragabrás, que dragou o canal portuário santista.

  • Anunciado pela equipe de Bolsonaro, o engenheiro Casemiro Tércio dos Reis Lima Carvalho deverá ser o próximo presidente da Autoridade Portuária do Porto de Santos, a Codesp. Com formação sólida, vai assumir a administração do mais importante porto do Hemisfério Sul atualmente mergulhada em um lamaçal de corrupção e ineficiência.

  • Entre tantos absurdos verificados no custo da dragagem do Porto de Santos(SP) executada pela Dragabrás, quando comparado ao preço da passagem de ônibus, fica mais caro viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro, do que de São Paulo à Vitória, no Espírito Santo.

  • A diretoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Autoridade Portuária do Porto de Santos, enviou nota oficial em resposta ao editorial do Portogente publicado, no dia 23 de maio último, com o título "Dragagem emergencial do Porto de Santos: imprópria e prejudicial". Segue a transcrição, na íntegra, do comunicado

  • O procurador do Ministério Público Federal Thiago Lacerda Nobre, Chefe da Procuradoria da República no Estado de São Paulo, inicia uma faxina que há muito se esperava fosse feita no Porto de Santos e deve se estender aos demais portos do Brasil

  • O caso começou a ser investigado após o surgimento de um vídeo, em setembro de 2016, que mostra Carlos Antonio de Souza relatando esquemas de fraude à licitação no Porto de Santos