A Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou, esta semana, seu levantamento de indicadores industriais de 2017, que aponta queda de 0,2% no faturamento real da indústria brasileira.

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Também tiveram queda, em relação a 2016, as horas trabalhadas (2,2%) e o emprego industrial (2,7%). A Utilização da Capacidade Instalada média (UCI), porém, ficou 0,4 ponto percentual acima da média de 2016.
O rendimento médio real de 2017, segundo a CNI, cresceu 0,8% ante 2016, mas a massa salarial manteve queda de 1,9% no ano.

As horas trabalhadas na série dessazonalizada cresceram 0,8% em dezembro. Já as horas trabalhadas recuaram 1,1% na comparação entre dezembro de 2017 e de 2016. O acumulado do ano teve queda de 2,2% em relação a 2016.
A CNI alega que o cenário é decorrente dos índices ainda estarem contaminados pelo primeiro semestre, quando o emprego seguia em queda. Com isso, segundo a entidade, o índice de dezembro de 2017 é 0,4% inferior ao registrado no mesmo mês de 2016 e também 2,7% menor no acumulado do ano em relação a 2016.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) também concluiu levantamento sobre o Índice do Custo de Vida (ICV) em 2017, que teve aumento de 2,44% em 2017.

Dos dez grupos que compõem o ICV, cinco apontam variações acima da inflação de 2,44% entre janeiro e dezembro de 2017: despesas diversas (7,78%), educação e leitura (7,16%), saúde (6,02%), habitação (5,76%) e transporte (3,36%).

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