Terça, 18 Junho 2024

handler Por Fábio Rabelo, CEO da RGC Consultoria

O setor automotivo está em uma fase vibrante de transformação, impulsionada pelo programa Mover, focado na descarbonização e na produção de veículos com menor emissão de carbono. Este programa visa a neoindustrialização através de incentivos significativos para pesquisa e desenvolvimento (P&D), bem como reduções nos impostos de importação para empresas que investem em inovação. Estima-se que o setor planeja investir R$ 41,4 bilhões até 2032, uma iniciativa crucial para manter a competitividade global diante dos desafios modernos​ (The Brazilian Report)​.

Neste contexto de inovação e sustentabilidade, o Brasil se comprometeu, através de seus compromissos nacionais determinados (NDC) no âmbito do Acordo de Paris, a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025 e em 43% até 2030, baseando-se nos níveis de 2005. Além disso, o país visa alcançar a neutralidade climática até 2050​ (Carbon Brief)​. Esses objetivos refletem o compromisso com um futuro sustentável e menos dependente de combustíveis fósseis, destacando a importância de políticas robustas e ações concretas em setores-chave, como energia, indústria e uso da terra.

Grande parte do movimento de descarbonização passa pela eletrificação da frota em carros híbridos e elétricos (EV, HEV e PHEV basicamente) e a importação de tecnologia para essa fabricação. E no âmbito do comércio exterior, um dos principais desafios recentes é adesão ao Catálogo de Produtos. Outubro será um marco nas operações de importação para o Brasil, determinando o início do desligamento gradual do Siscomex e a implementação da Declaração Única de Importação (DUIMP) como registro definitivo no Novo Processo de Importação (NPI).

É essencial destacar que, sem o uso do Catálogo de Produtos, o registro através da DUIMP não será possível. Cada produto será catalogado com atributos específicos, baseados na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), simplificando e beneficiando toda a cadeia de suprimentos. A necessidade de parcerias estratégicas surge como um componente crítico neste cenário. Empresas como a RGC Consultoria especializam-se em facilitar esses processos, proporcionando orientação adequada e suporte especializado para as empresas do setor automotivo enfrentarem os desafios atuais e capitalizarem as oportunidades de crescimento e inovação.

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*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.

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