É definitiva a cultura da sustentabilidade; ela não tem volta. Para um Planeta com uma população prevista de 7 bilhões de terráqueos dentro de três anos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), energia não poluente e abundante é o desafio do nosso século.

Os centros de ciência em toda parte se empenham em desenvolver novas tecnologias e materiais que permitam explorar ao máximo e com menor custo as fontes disponíveis no Universo. Por exemplo, a velocidade dos ventos aumenta com a altitude e construir moinhos mais elevados 100 metros aumenta 250 vezes a energia gerada próximo ao solo.

Gerar energia solar no espaço, por meio de painéis na órbita terrestre para captar os raios solares mais potentes, sem filtros por nuvens nem sombra da noite, pode produzir resultado dez vez maior que os painéis voltaicos na superfície da Terra. E a energia elétrica gerada será transmitida à Terra por ondas de rádio. O Japão é protagonista desse projeto.

Mas, a revelação surpreendente vem de Singapura, onde desenvolveram um método, ainda em escala de laboratório, para transformar o dióxido de carbono (CO2) em metanol, muito usado como biocombustível. Pode se afirmar que essa descoberta vai mudar radicalmente a vida no Planeta em relação à ameaça do aquecimento global.

A tecnologia digital que permite a construção de redes sociais e facilita a troca de informações de modo colaborativo, nesse processo ocorre também a transformação cultural de nossas sociedades. As novas tecnologias possibilitam a otimização do uso com responsabilidade dos recursos naturais e o reaprender a conviver. Essa é a equação da sustentabilidade.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website

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