Após a paralisação no terminal de Peiu, em Vila Velha (ES), no último dia 9, o Sindicato Unificado da Orla Portuária (Suport-ES) voltou a ser reconhecido pela direção da empresa como a única entidade que cede trabalhadores para a execução de serviços administrativos e operacionais. Com a assinatura de documento pelo diretor do terminal, Pedro Scopel, o Suport tem agora 60 dias para fechar acordo coletivo que envolve a convocação de avulsos para trabalhar no empreendimento por prazos pré-determinados.

 

* Termina greve em Peiu

* Disputa sindical para terminal capixaba


Segundo o presidente do Sindicato, Roberto Hernandes, o movimento aconteceu porque trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores em Agências de Navegação do Espírito Santo (Seames) passaram a atuar de forma irregular na área de
administração do terminal, que fica dentro do porto organizado arrendado pela Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). Hernandes classifica o Seames como o "Settaport do Espírito Santo", citando a entidade sindical santista que vive em permanente confronto com as lideranças dos portuários avulsos.

O imbróglio aconteceu, explica o presidente do Suport, porque dois diretores do Seames trabalham no terminal de Peiu como gerente e subgerente e, dessa forma, impediam que tentativas de acordo propostas pelo Suport chegasse à diretoria do
terminal. Somente com a paralisação e com uma reunião presencial com Scopel a situação pôde ser contornada.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website

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