Acertada a intenção do presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), José Roberto Correia Serra, de arrendar a usina hidrelétrica de Itatinga, visando modernizar a geração de energia elétrica, de modo a atender às demandas do porto e também, se possível, para vender o excesso, como acontecia em passado recente.

A Codesp não tem capacidade de fazer os investimentos necessários para aumentar a eficiência daquela usina, nem tampouco cabe à Autoridade Portuária tratar desse tipo de atividade.

O movimento atribuído aos sindicatos portuários da região, contrário ao projeto, vai na contramão da eficiência e da otimização de recursos. É melhor os sindicatos se informarem melhor antes de agir, e não apenas ser contra por ser contra o que é que lembre uma privatização. Agir assim é reduzir muito o horizonte de todos.  

As concessões que o presidente José Roberto Serra pretende fazer, uma para a geração de energia e a outra para a distribuição, devem ser vistas sobre a ótica da modernização. Nela, o foco não é a perda de trabalho ou de direitos, mas o de incrementar a geração de empregos e aumentar a movimentação de carga em Santos.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website