IONDesde que foi desenvolvida uma nova tecnologia de bateria, pelo professor Akira Yoshino, no Japão, em 1980, seu uso expandiu mundo afora. Hoje quase todo mundo usa baterias para alimentar rádio, barbeador, telefones, tec. Por isso, ele ganhou o prêmio Nobel de 2019.

Comparada com outras fontes de energia, por exemplo. gasolina ou querosene, as baterias de íon-lítio são uma fração de potência. Elas alimentam telefones celulares e todos os tipos de eletrônicos, de escova de dentes até câmeras fotográficas. Entretanto, a sua limitação tem motivado projetos mais audaciosos, como atender à aviação elétrica.

Segundo o próprio professor Yoshino, a bateria de estado sólido será a evolução da bateria íon-lítio. Elas podem armazenar 50% mais energia do que o íon-lítio, diz Douglas Campbell, diretor executivo da Solid Power, um spin-off (produto derivado) da universidade do Colorado. Elas são mais seguras do que as de íon-lítio, que podem incendiar,
É que nas baterias de íon-lítio o gel interno, o eletrólito, pode queimar. Em 2016, a Samsung recolheu 2,5 milhões de aparelhos Galaxy Note 7 após incêndios envolvendo suas baterias de íon-lítio. Nas baterias sólidas esse gel é substituído por polímeros sólidos menos inflamáveis ou cerâmicas.

O mercado das baterias de estado sólido serão os carros elétricos. Talvez ainda leve uns 10 anos para a bateria de estado sólido ser competitiva com a de íon-lítio. Ao mesmo tempo, ela desafia as pesquisas para melhorar a bateria de íon-lítio.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website