O acelerado desenvolvimento econômico da China mais uma vez tem um forte impacto sobre o resto do mundo, especialmente nos países nos quais o governo fornece as matérias-primas para apoiar a crescente demanda de alimentação de suas classes médias em ascensão. Dados sensíveis e estimativas feitas pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) mostram que, em 2017, a China comprou 90 milhões de toneladas de soja e espera-se que neste ano, de 2018, essas compras serão superior a US$ 100 milhões.

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De acordo com essas projeções, em 2021-2022 a demanda chinesa será de 125 milhões, para atingir 200 milhões em 2025, um período relativamente curto para uma extraordinária expansão de suas compras. Esses números vêm da pesquisa e análise do United States Department of Agriculture (USDA). A questão de saber se estamos nos aproximando de um novo superciclo de commodities surge do que está acontecendo no campo de mercadorias agrícolas, especialmente como soja e milho, utilizados ​​para ração animal.

Há um aumento generalizado no preço das matérias-primasnos últimos anos devido ao excepcional crescimento da demanda asiática (que em mais de 60% corresponde à China, a segunda economia mundial). Importante também ressaltar que, no último mês de setembro, Estados Unidos e China aplicaram novas rodadas de tarifas um contra o outro, com o Governo Donald Trump impondo taxas de US$ 200 bilhões em produtos chineses e os chineses retaliando com tarifas sobre US$ 60 bilhões em compras de mercadorias norte-americanas.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website