Elegantes e despojados, essas peças e acessórios nunca saem de moda

Já se sentiu em um filme de época ao andar pela rua e ver algum look? Provavelmente, você encontrou com algum adepto da tendência retrô, estilo inspirado nas décadas passadas e que, volta e meia, ganha espaço novamente.

Em alta já há alguns anos, o retrô continua fazendo sucesso nas passarelas, e quem entende do assunto aposta que ele deve continuar ganhando espaço nos desfiles e nas ruas.

Vintage e retrô são a mesma coisa?

Os dois termos se referem ao passado e, por isso, muita gente acha que querem dizer a mesma coisa. Mas, apesar dessa confusão, vintage e retrô não têm o mesmo significado.

Quer saber qual é a diferença fundamental entre essas duas palavras? A idade dos itens aos quais elas se referem.

Uma peça vintage é aquela peça antiga original, que passou de geração para geração na sua família ou que você comprou em um brechó. Tecnicamente, a palavra pode ser usada para se referir a qualquer objeto que tenha mais de 20 anos.

Já uma peça retrô, geralmente, pode ser adquirida nova em qualquer loja, ela apenas foi inspirada em tendências das décadas passadas. Pochete e calças de cintura baixa são exemplos de itens que voltaram a ser produzidos.

De toda forma, no mundo da moda, muitas vezes as duas tendências aparecem juntas. Até porque quem gosta de uma dessas tendências costuma também simpatizar com a outra.

Existe uma idade certa para usar?

Uma das características mais interessantes da tendência retrô é que ela tem seu espaço em todas as faixas etárias, sempre dando aos visuais um toque despojado, mas com elegância.

Os adultos adoram a referência à sua juventude e aos antepassados que essas peças trazem. Os pais gostam de vestir as crianças com peças como essas — que costumam ser muito fofas. E os mais jovens sempre gostaram de seguir tendências de outras épocas.

Será que eu também devo me vestir assim?

O estilo costuma ser uma escolha bastante pessoal, mas alguns itens vintage ou retrô podem cair bem em qualquer pessoa.

Para começar, os cortes de muitas peças com tendências antigas, valorizam bastante o corpo, dando um ar de elegância ao visual.

Os bordados e estampas também são um charme à parte e podem ser usados tanto nas peças inteiras como apenas em detalhes.

Como me jogar nessa tendência?

Não basta pegar aquele vestido que foi da sua bisavó e sair por aí, achando que está arrasando na moda retrô. Como em qualquer estilo, a criatividade é bem-vinda, mas é preciso tomar alguns cuidados.

Comece devagar

Se você acha as peças retrô um charme, mas ainda não encontrou o seu estilo dentro dessa tendência, comece pelos acessórios ou com apenas uma peça. Vá fazendo alguns testes até se sentir confortável para ousar um pouco mais.

Inspire-se na década de 90

Outra dica é ficar de olho no que foi tendência na geração passada, brincando com essa linha do tempo da moda. Se encontrar alguém que entende essa referência, o visual pode virar o assunto da mesa. Nada impede, no entanto, a mistura de épocas.

Misture o chique e o casual

Uma peça antiga costuma cair bem na composição de qualquer visual que aposte no mix de estilos. Por mais contraditório que seja, fica bem moderno.

Pesquise como era na época

É lógico que a criatividade é sempre bem-vinda, mas, até para isso, é bom ter uma noção. Filmes e revistas antigas costumam ser ótimos para dar uma ideia de como a peça escolhida era usada na época que foi lançada.

Aposte no xadrez

A estampa é característica da moda retrô, e muita gente nem sabe. Pode ser uma blusa, uma saia, uma calça, um short, um vestido ou até mesmo um acessório. Basta combinar uma dessas peças com outra de cor mais neutra para não ter erro e, pronto, o retrô já estará em você.

Cuidado para não parecer a sua vó

Um erro é exagerar na quantidade de itens retrô e ficar parecendo uma senhorinha. O segredo é pensar em peças para destacar o look, mas misturadas a elementos de agora.

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*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.

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