A Klüber Lubrication, empresa do Grupo Freudenberg, reestruturou seu processo seletivo de estágio a fim de torná-lo mais atrativo, dinâmico e, principalmente, para que se torne uma experiência única e marcante aos participantes.

“A mudança está conectada também às estratégias de inovação e digitalização do Grupo – conceitos que estão presentes em outras metodologias e áreas -, e buscam otimização e alinhamento às demandas globais, tornando os processos mais ágeis, conectados, interativos e que proporcionem um ambiente de networking”, diz Mariana Sarmento, Gerente de Recursos Humanos da empresa no Brasil.

A ideia é que não seja mais algo pontual, uma contratação, e sim um Programa permanente de captação, desenvolvimento e retenção de talentos. “Com o novo modelo, passaremos a contar com duas fases de contratação. Workshops para conhecimento de cada área da empresa e apresentações ao Board foram incluídas, além de feedbacks constantes de gestores. A maior interação, exposição e diferentes etapas foram pensadas para desenvolver os candidatos desde o processo, tornando-os mais capacitados e preparados tanto tecnicamente quanto pessoalmente”, comenta Adriana Sampaio, Consultora de Recursos Humanos da Klüber Lubrication Brasil.

A primeira turma já foi selecionada e começou a trabalhar na empresa em fevereiro. A seletiva para o Programa de Estágio acontecerá duas vezes ao ano, e a próxima rodada está prevista para junho. “Aqui na Klüber Lubrication, procuramos diferentes perfis e pregamos a diversidade. O mais importante no candidato é se identificar com a empresa, com a nossa cultura e valores. O Curriculum Vitae, com curso e faculdade, não é nosso ponto focal”. “Outro fator interessante é a possibilidade de o candidato poder procurar outras oportunidades nas demais empresas do Grupo, participando de diversos projetos. Inclusive, com unidades em outros países”, complementa Adriana.

Programa buscou utilizar recursos mais atrativos e conectados aos jovens no processo seletivo

Além das mudanças no processo seletivo, uma nova tecnologia foi incluída: a realidade virtual. Dessa forma, o candidato pôde vivenciar situações reais e demonstrar como agiria em determinada condição. Os seis contratados foram unânimes em afirmar que a experiência foi totalmente nova e inovadora.

“Já havia passado por nove processos seletivos de estágio antes desse. Todos haviam sido quadrados, sem novidade alguma. Fui surpreendido quando me deparei com a etapa de gamificação. Não me senti intimidado, pelo contrário, me fez ficar mais focado e a me conhecer melhor”, relata Darcio Arthur.

“O que mais me surpreendeu foi perceber que com essa inovação acabei esquecendo que estava sendo avaliada, e fiquei mais tranquila e natural. Foi uma maneira de envolver mais a equipe também. Foi positivo para todos”, afirma Priscila Manzo.

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