• Privatização é melhor opção e limita risco da União a condições da outorga, opina Carlos Magano

    Convidado pelo Portogente a opinar sobre os rumos dos portos brasileiros e os modelos de gestão "colocados à mesa", Carlos Eduardo Bueno Magano foi claro em apontar a privatização das administrações como solução mais efetiva no momento, "pois limita o risco da União a condições estabelecidos na outorga", e por possibilitar avaliação de desempenho na aplicação de investimentos que jamais foi efetivado na gestão das "atuais" Autoridades Portuárias brasileiras

  • Projeto de construção de terminal em Alcântara é apresentado a ministro da Infraestrutura

    O investimento projetado por Salvador é de cerca de R$ 10 bilhões, com o potencial de movimentar até 140 milhões de toneladas de minérios por ano. O grupo assinou um contrato, de caráter inédito no Brasil, com uma associação de quilombolas que habitam áreas na região, minimizando riscos de disputas judiciais

  • SDN: uma nova forma de pensar negócios

    As redes definidas por software (Software-Defined Networking, ou SDN) ganham força no mercado como um modelo de arquitetura, capaz de permitir provisionamento automatizado e virtualização. Segundo uma pesquisa do IDC ((International Data Corporation), a estimativa é que o setor movimente US$ 12,5 bilhões até 2020 em todo o mundo, um aumento de 53,9% em relação a 2014.

  • Suape investirá em obras nas comunidades

    A população que vive no território de Suape, em Pernambuco, será beneficiada com obras e serviços de infraestrutura nas áreas de consolidação de projeto habitacional. A administração do complexo portuário vai contratar uma empresa para executar as obras nas comunidades de Praia de Suape, Cêpovo, Massangana I e Gaibu, todas localizadas no Cabo de Santo Agostinho.

  • Terminais nos portos Paranaguá e Itaqui serão licitados

    Três áreas e infraestrutura públicas portuárias serão leiloadas a partir de junho, como as primeiras licitações do programa de concessões e privatizações do Governo Federal em portos este ano. Os contratos de exploração são de 25 anos, prorrogáveis por até 70.

  • Turismo no Brasil: destino do dinheiro na hora da retomada

    A precariedade de infraestrutura é um obstáculo fundamental tanto para a logística quanto para o turismo no país. Desses dois setores, o último é sub-explorado, apesar do grande potencial atrativo natural e cultural do país