Os conceitos que norteiam a definição da gestão de processos variam significativamente e não permitem uma definição clara. É comum que se confunda todos os conceitos de processos, de visão por processos, orientação por processos, estrutura organizacional orientada por processos, gestão de processos e gestão por processos. Apesar de muito deles serem semelhantes, são diferentes e envolvem um único objetivo comum: a gestão de processos.


A gestão de processos serve para gerir todos os processos de uma empresa, respondendo à necessidade de se adaptar ao ambiente externo, promovendo a melhoria no projeto de processos, mas também coordenando os fluxos nas atividades dos processos cotidianos, fazendo com que a organização aprenda continuamente a gerir os seus processos, inovando e reinventando-se sempre para acompanhar o acirramento da competitividade que o processo de globalização das economias traz.


A preocupação e o foco em processos deu-se na quebra do Paradigma da Melhoria nas Operações na Toyota. Foi incorporado elementos, como: visão orientada para o cliente e o mercado com foco no processo como um todo, a preocupação com a integração informática, revisão dos perfis de competências e, principalmente, a separação entre o planejamento e a execução do trabalho. Isso fez com que se deslocasse e reinventasse o paradigma para a Melhoria de Processos.


Além do Sistema Toyota de Produção, a origem da gestão de processos que fazem parte das tradições da engenharia de produção são: administração científica, controle da qualidade total, reengenharia e a teoria das restrições. Mesmo assim, há áreas que influenciam a gestão de processos, tais como as ciências políticas, a administração de empresas, a psicologia, a economia, a ciência da computação e até a sociologia.

 

Veja também

Escola Virtual Portogente: Curso “Planejamento e Controle da Produção”;
Escola Virtual Portogente: Curso “GQT – Gestão da Qualidade Total”.

 

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