É um terminal portuário privativo de uso misto, ou seja, atende cargas conteinerizadas e granéis líquidos, localizado fora da área do porto organizado, na margem esquerda do estuário de Santos. Em ritmo total de operação, o terminal terá capacidade de movimentar 2 milhões de TEU’s e 2 bilhões de litros de granéis líquidos por ano. O investimento total na construção foi de cerca de R$ 2,3 bilhões de reais, sendo este realizado pelas empresas Odebrecht TransPort em parceria com a DP World e Coimex.


Em seu projeto final, contará com 848,5 mil m² de área, 1100 metros de cais acostável, 4 berços de atracação, 342 mil m² de retroárea, 60 mil m³ de estocagem de granéis líquidos, além de 12 porteineres post-panamax e 44 transteineres.

Imagem: Imam

 

Visão aérea do terminal 


As operações no terminal iniciaram-se com a atracação do navio Mercosul Manaus, no dia 03 de Julho de 2013.

Imagem: divulgação Embraport 

Primeira operação de navio no terminal


Porém, a operação de mais repercussão até então no terminal foi a atracação do navio Maersk La Paz, no dia 11 de Julho de 2013. Movidos por uma onda de protestos que se espalhou pelo Brasil, a estiva do porto de Santos invadiu o navio para exigir que o terminal passasse a contratar mão de obra do OGMO, uma vez que, por estar fora do porto organizado, o terminal não possuía tal obrigação por lei. Após cerca de 48 horas, os avulsos deixaram o navio, que completou suas operações em outro terminal do porto.

Imagem: G1

Estivadores à bordo do Maersk La Paz

Após tal situação, estiva e terminal entraram em acordo, e o terminal opera normalmente a partir de então. 

 

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