A Assessoria de Comunicação do Opportunity enviou e-mail listando esclarecimentos referentes às atividades do grupo e ao banqueiro Daniel Dantas, como resposta à publicação da matéria "Santos Brasil é investigada por fraude e preocupa acionistas" no site Portogente. Divulgamos abaixo o teor dos esclarecimentos na íntegra:

Prezado Bruno,

A matéria “Santos Brasil é investigada por fraude e preocupa acionistas”, de sua autoria, editada em 26/9, cita Daniel Dantas e Opportunity. Por isso, é preciso esclarecer que: a Santos Brasil foi adquirida em leilão da Codesp - Companhia Docas do Estado de São Paulo - em 17 de setembro de 1997, pelo consórcio formado pela 525 Participações, Opportunity Leste, Multiterminais Alfandegários, Previ e Sistel. A aquisição obedeceu rigorosamente às regras do edital do leilão.

Arthur Carvalho não trabalha mais para o Opportunity desde 24 de novembro de 2010.

A prisão de Daniel Dantas foi julgada ilegal pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Satiagraha foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 7 de junho de 2011, acatando parecer do Ministério Público Federal, em razão de suas ilegalidades.

Em 21 de outubro de 2014, Protógenes Queiroz, que comandou a Satiagraha, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e expulso da Polícia Federal. Hoje, encontra-se foragido na Suíça e responde a processos de prevaricação e corrupção.

Em 24 de junho de 2015, o Supremo ratificou a decisão do Superior Tribunal de Justiça que anulou a operação. Daniel Dantas foi absolvido pela 5ª Turma do TRF/3 (Tribunal Regional Federal - 3ª Divisão) do crime de corrupção no âmbito da mesma operação.

Referente às acusações ao ex-delegado e ex-deputado federal Protógenes Queiroz, que não tinha sido citado no texto original de Portogente, as últimas notícias dão conta de que ele mora na Suíça, país para o qual pediu asilo político em 2015. O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento virtual referente ao caso de calúnia neste mês de setembro. Protógenes pede a revisão de sua condenação por violar o sigilo funcional de sua atividade e diz desejar reassumir o seu posto na Polícia Federal.

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