Interrogado nesta segunda-feira, 9 de julho, no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, o delator Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral, falou que propinas mensais chegavam a aproximadente R$ 1 milhão. A investigação faz parte da Operação Cadeia Velha da Polícia Federal, que mira a cúpula da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Miranda também relatou que Jorge Picciani (MDB) e o também ex-presidente da Alerj Paulo Melo (MDB) receberam dinheiro do caixa único de propinas que o ex-governador Cabral mantinha. De acordo com o delator, Picciani e Cabral já dividiam propinas desde os tempos em que o ex-governador comandou a Alerj.

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