Dia a Dia

A Ponte da Praticagem de Santos, no bairro da Ponta da Praia, passará, em breve, por um processo de reforma. Mais do que isso: a reforma contemplará ampliação e modernização do local. O anteprojeto está sendo elaborado pelo renomado arquiteto Ruy Othake.De acordo com o prático Fábio Mello Fontes, ainda não é possível disponibilizar informações para os interessados, pois somente após a conclusão do anteprojeto será possível saber se a modernização será totalmente viável. "É uma dificuldade, já que o custo é todo bancado pela Praticagem. Não temos BNDES ou nenhum outro órgão nos apoiando. Portanto, é necessário economizar recursos para que a reforma seja realizada". O projeto ainda é embrionário, mas assim que mais informações estiverem disponíveis o leitor do PortoGente ficará informado.

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Notícia de A Tribuna Digital informa que a "Justiça Federal de Santos considerou lícita a instalação do Terminal de Granéis de Guarujá (TGG) e do Terminal Marítimo de Guarujá (Termag) no Porto de Santos, empreendimentos realizados em áreas arrendadas sem concorrência pública à concessionária ferroviária Ferronorte, da holding Brasil Ferrovias. Para a juíza federal da 4ª Vara, Alessandra Nuyens Aguiar Aranha, foi legítima a cessão das áreas à companhia férrea, uma vez que o processo licitatório é ‘‘inexigível e dispensável’’".

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Leitor do PortoGente mandou uma mensagem para a equipe do saite e para todos que acessam o veículo de comunicação. Ele reclama que o saguão do prédio da Superintendência de Administração e Serviços da Codesp está demorando para ficar pronto. Veja comentário na íntegra:

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Conforme noticia o jornal A Tribuna, a Codesp desenvolve estudos para redefinir o número de berços de atracação existentes no porto, face ao comprimento dos novos navios, pois em certos casos, onde deveriam caber quatro navios, só cabem três.

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A Santos-Brasil, terminal de contêineres que controla o Tecon 1, ofereceu 2.905.584 ações preferenciais aos empregados da Codesp e das Hidrovias conveniadas no ano de 1998. A oferta foi feita de acordo com Edital de Venda de sobras de Ações e somou um montante de R$ 1.452.792, 00 (veja documento aqui). O portuário Carlos Alberto de Oliveira Miguel, que adquiriu 17.857 ações, garante que a empresa prometeu colocar, posteriormente, as ações em Bolsa. Carlos Alberto entrou em contato com o saite PortoGente esta semana e relatou que as ações não foram colocadas na Bolsa. De acordo com documento enviado pela Santos-Brasil (veja aqui), o terminal faz uma "Proposta de Resgate da Totalidade das Ações Preferenciais de Emissões". A decisão do resgate será tomada pelos acionistas hoje, dia 22, em Assembléia Geral a ser realizada no Rio de Janeiro.A proposta foi enviada aos acionistas de ações preferenciais no dia 07 de fevereiro de 2006. A empresa oferece o valor pago na época, corrigido pelo Ibovespa ou pelo IGPM. No entanto, Carlos Alberto reclama que os índices utilizados não são apropiados. "Eles estão bem aquém da evolução da Santos-Brasil que em 1998 movimentava apenas 20.000 contêineres por ano e hoje já chega a mais de um milhão de contêineres no mesmo período".Entretanto, a Santos-Brasil elega que pode pagar o valor que oferece, caso a maioria dos acionistas concorde em vende-las pelo preço estipulado. Conforme o item 6º do Artigo 44 da Lei das Sociedades Anônimas, se a maioria dos acionistas aprovar a proprosta do resgate em Assembléia Geral Especial, todos os demais, mesmo que discordem, são obrigados a vende-las.

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