“É comum constatar, em pleno século XXI, carretas transportando cargas como o arroz do Sul ao Nordeste, em detrimento de uma operação mais segura, eficiente e econômica nas águas da costa marítima brasileira”.

 

A frase acima consta de reportagem assinada pelo nosso jornalista Bruno Merlin, e publicada na edição do PortoGente desta semana. A matéria trata do futuro do Porto de Itaguaí (RJ). O presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Jorge Luiz de Mello, entrevistado na matéria, tem na intensificação da cabotagem um dos seus projetos para aquele porto.

 

Observa a reportagem:

 

“Nesse tipo de operação, embarcações de bandeira internacional chegam à costa brasileira com cargas destinadas a Itaguaí e a outros portos em território nacional, especialmente aos da Bacia Amazônica, no Norte do País. Após o desembarque da carga no cais de Itaguaí, um navio de bandeira nacional embarca a carga armazenada na retroárea e transporta até o destino final. Com isso, lembra o presidente da CDRJ, o circuito do navio de grande porte é menor, possibilitando a otimização das linhas de navegação. É preciso levar em conta, ainda, que o custo da linha de cabotagem é menor do que os valores cobrados pelos navios internacionais”.

 

Vale à pena ler a reportagem. Ela é uma demonstração de que as diretorias das Companhias Docas estão buscando incrementar a movimentação em seus portos e com projetos ousados. Só esperamos que não tenha nenhuma pedra no meio do caminho que dificulte a viabilização de tantos planos e projetos, como observa o nosso Olá Porto, “Frustração”.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website