Google comprou a fabricante de medidores de esforços físicos, Fitbit, por US $ 2,1 bilhões. Fica claro que o maior buscador de verbetes do mundo agora vai também buscar dados de saúde de humanos. Se o projeto tiver sucesso do famoso buscador, você terá muita chance de viver mais tempo.

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Há anos o Google vem realizando pesquisas com inteligência artificial e já houve problemas com os dados médicos, que geraram reclamações e medidas judiciais. Dados de saúde de pessoas foram acessados. Caso isso venha a acontecer com a aquisição da Fitibit, ela deve gerar resistência ao projeto.

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Por se tratar de um processo polêmico, o primeiro passo é passar a imagem de que os dados pessoais serão preservados. Violações de privacidade nas mãos de pessoas erradas são devastadoras. Como agora envolve a marca famosa do marcador de passos em atividade física, deverá haver cuidado para que dados pessoais não sejam violados, nem usados por empresas com interesse na saúde de seus assistidos, como é o caso das seguradoras.

Há dois anos, o Google, a Universidade de Chicago e um centro médico afiliado firmaram uma parceria que permitia ao gigante das buscas usar dados de pacientes e registros de saúde na tentativa de melhorar a análise preditiva. Eles foram atingidos por um processo depois que o centro médico supostamente compartilhou registros com o Google sem retirar informações identificáveis. Eram dados médicos de centenas de pacientes.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website