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De acordo com Laudo do Instituto Nacional de Criminalística da PF, esse dinheiro se refere a repasses para a DNA Propaganda, empresa utilizada como “laranja” no esquema. A apropriação indevida foi feita entre os anos de 2001 (ainda antes do primeiro mandato do presidente Lula) e 2005.
O Laudo aponta que os saques foram efetuados na agência Brasília do Banco Rural. Por “coincidência”, o local onde a propina era distribuída aos governantes.
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