• Aplicações de sensores e Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) em veículos, cidades inteligentes e no monitoramento da saúde estão em alta. Dentro desse escopo, a adoção de algoritmos de processamento de informações nos dispositivos inteligentes (como smartphones, câmeras e relógios) também despontam como tendências, assim como técnicas de Inteligência Artificial (IA) na otimização desses dispositivos.

  • A indústria automotiva mudará mais nos próximos 10 anos do que nos últimos 50. Entre as principais tendências até 2025 estão inovações tecnológicas nas áreas de conectividade, eletrificação e direção autônoma, assim como as revoluções nos modelos de negócios (mobilidade como serviço), que provocarão a disruptura dos modelos atuais.

  • Para os iniciantes, os tipos de dados sendo transportados e baixados mudaram drasticamente desde o início da internet, quando as redes foram projetadas para pequenos fluxos de tráfego. Historicamente, na América Latina, os provedores de serviços projetaram redes para transportar tráfego multicast usando técnicas como multicast de IP.

  • Um estudo inédito, divulgado nesta semana pelo Projeto Indústria 2027, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), revela que sete tecnologias já desestabilizam sistemas produtivos estratégicos da indústria brasileira.

  • A nova revolução industrial chegou ao segmento de caminhões no Brasil. A Mercedes-Benz inaugurou na terça-feira (27), em São Bernardo do Campo (SP), uma linha de montagem de veículos de carga em direção à Indústria 4.0.

  • Sem dúvidas, estamos em um momento importante no que diz respeito à segurança e à Internet das coisas (IoT). Recentemente, falhas de segurança foram expostas em produtos para o consumidor, incluindo brinquedos, babás eletrônicas, carros e marca-passos.

  • Não falta percepção no mundo corporativo do avanço e da velocidade com que estão sendo implantadas novas tecnologias. Contudo, esse processo não tem sido correspondido com ações efetivas por parte de algumas empresas que esquecem do alerta do guru Peter Drucker, o de equilibrar, sempre, as três dimensões da corporação: organização econômica, organização humana e organização social.