• Como está a apuração sigilosa relativa ao pagamento adicional indevido, na ordem de R$18 milhões, pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) aos serviços de dragagem prestados pela empresa Dragabrás, controlada pelo grupo belga Deme? Uma pergunta que só podemos fazer para o Ministério da Infraestrutura.

  • Cada vez que se analisa este caso fica mais difícil aceitar a correção dos conceitos e resultados que balizaram o pagamento desses serviços. Para que não paire alguma dúvida, a sociedade exige, conforme o artigo 37 da Constituição Federal, os esclarecimentos devidos pela Codesp

  • Enquanto caminhoneiros se manifestam pelo custo do combustível e o governo para reduzir o diesel corta até no SUS e na educação para alinhar o custo do transporte, no maior porto do País o custo é tratado com desaforo.

  • A leitura dos documentos, que deveriam ser públicos, aos quais teve acesso o jornalista Bruno Merlin, talvez esclareça a razão do silêncio da estatal. Inexplicavelmente, a empresa brasileira controlada pelo grupo belga Deme apresentou uma reclamação cobrando o valor de R$ 15.432.093,16 e recebeu R$ 18 milhões da estatal Codesp, sociedade de economia mista que deveria zelar pelo interesse público

  • A draga Pearl River tem capacidade para dragar até 24 mil metros cúbicos em uma única viagem. A embarcação tem 182 metros de comprimento e 28 metros de largura. Ela pode chegar a uma velocidade de até 15 nós

  • O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou procedente o pedido de um guarda portuário da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) de recebimento de indenização decorrente da redução parcial das horas extras habitualmente prestadas por ele, ainda que a alteração tenha sido decorrente do cumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho (MPT).