publicado originalmente pelo Nomar Online da Marinha do Brasil

O 1º Pelotão de Defesa Química, Biológica e Nuclear (DQBN) do Exército Brasileiro, composto por 17 militares, embarcou no dia 20 de outubro, no Navio de Apoio Logístico Fluvial (NApLogFlu) “Potengí”, na cidade de Corumbá (MS). O embarque teve como propósito realizar ações em conjunto com a Marinha do Brasil, visando testar os novos equipamentos de detecção de material radioativo nas embarcações que navegam constantemente nos Rios do Pantanal. Essa é a primeira vez que as duas Forças se unem para realizar este tipo de ação.

Foto: Marinha do Brasil

Embarque da tropa do Exército no Navio de Apoio Logístico Fluvial “Potengí”

O Pelotão de DQBN é responsável por prestar apoio peculiar às Operações Especiais e tem como missão realizar ações de proteção Química, Biológica e Nuclear. Segundo o Tenente do Exército Maurício Ribeiro de Paiva Júnior, o controle deste tipo de ilícito é fundamental para a segurança pública e da natureza. “Caso haja contaminação, a biodiversidade pode ser prejudicada e a população do Pantanal que venha se alimentar dos peixes e derivados do rio, também podem ser contaminados, podendo gerar graves doenças, como por exemplo, câncer”.

Durante a ação, um “empurrador”, embarcação muito utilizada nos rios do Pantanal, foi abordado. A documentação apresentada aos Inspetores Navais e os materiais existentes foram verificados por militares do DQBN, através dos equipamentos HGVI, que detecta gases e vapores e o RadSeeker que identifica material de ameaça nuclear.

Após a análise, nenhum componente prejudicial à biodiversidade da região e aos seres humanos foi identificado na embarcação. Para o Comandante do NApLogFlu “Potengi”, Capitão-Tenente Alan de Freitas,  o trabalho em conjunto colabora e muito para a troca de experiências. “É um prazer atuar juntamente com o Exército, além da troca de cultura e informações sobre os equipamentos deles e os nossos, de modo a melhorar o convívio e, também, cumprir a missão que o Brasil espera que nós possamos cumprir”.

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